O município não tem ‘custo benefício’ com essa obra. Um alto preço que não resolverá o problema de mobilidade de Feira de Santana. Existe um desvio de finalidade, pois a obra utiliza a maior parte do crédito para construção de vias exclusivas para transporte de automóveis”.

Esse é um dos argumentos usados pela Defensoria Pública da União que assina com a Defensoria do Estado mais uma ação judicial (já tramitam duas na Justiça)  para impedir a construção do BRT na avenida Getúlio Vargas, em Feira de Santana.

O pedido foi feito na última terça-feira (1). A petição foi assinada pelos defensores públicos Erik Palacio Boson, Gabriel Cesar dos Santos, Sergio Ricardo Bittencourt Goulart, Nayana de Almeida Alves Gonçalves e Eduardo Feldhaus.

O caso está com o juiz Eudóxio Cêspedes Paes.A União e a Caixa Econômica Federal também estão relacionadas no processo.