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O índice está muito acima da média nacional que não ultrapassa 30%. Em Feira de Santana, o prefeito José Ronaldo (DEM) pode remanejar até 80% dos recursos e investimentos estabelecidos pelo Orçamento público municipal (1,1 bilhão de reais)  sem pedir autorização prévia à Câmara de Vereadores.

É um ‘cheque assinado em branco’. Cidades como São Paulo, por exemplo, esse índice não ultrapassa 20%, o que significa uma maior fiscalização e controle por parte do Poder Legislativo sobre o Executivo.

Esse foi um dos aspectos abordados na Audiência Pública sobre o Orçamento de Feira que aconteceu hoje pela manhã na Câmara de Vereadores.

Ao ser inquirido sobre esse índice pelo vereador Edvaldo Lima, o secretário de Planejamento, Carlos Brito, presente mais o secretário da Fazenda, Expedito Elói e outros membros do Governo Municipal, respondeu que demonstrava a confiança que a Câmara deposita no Prefeito.

A audiência foi presidida pelo vereador Carlito do Peixe.