{"id":32258,"date":"2019-08-02T05:58:20","date_gmt":"2019-08-02T08:58:20","guid":{"rendered":"http:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/?p=32258"},"modified":"2019-08-02T13:44:00","modified_gmt":"2019-08-02T16:44:00","slug":"o-vampiro-de-feira-por-teomar-soledade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/2019\/08\/02\/o-vampiro-de-feira-por-teomar-soledade\/","title":{"rendered":"&#8216;O Vampiro de Feira&#8217;,  por Teomar Soledade"},"content":{"rendered":"<div id=\"blogd-47882721\" class=\"blogd-fim-do-post-mobile blogd-entity-placement\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.gov.br\/index.asp\" target=\"_blank\" aria-label=\"728&#215;90-acordacidade (1)\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90-acordacidade-1.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p><a href=\"http:\/\/blogdafeira.com.br\/artigos\/O%20Vampiro%20de%20Feira.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-32259\" src=\"http:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/O-Vampiro-de-Feira-684x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"684\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/O-Vampiro-de-Feira-684x1024.jpg 684w, https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/O-Vampiro-de-Feira-100x150.jpg 100w, https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/O-Vampiro-de-Feira-200x300.jpg 200w, https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/O-Vampiro-de-Feira.jpg 700w\" sizes=\"auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px\" \/><\/a>Na hipocrisia inglesa da Era Vitoriana (1837-1901), foram publicados os primeiros romances baseados no sobrenatural. Em 1849 e 1897 apareceram <strong>Frankenstein<\/strong>, de Mary Shelley e <strong>Dr\u00e1cula<\/strong>, de Bram Stoker. Nessa \u00e9poca, tida como austera nos costumes, a popula\u00e7\u00e3o cresceu de 17 para 31 milh\u00f5es de pessoas, a maioria urbanizada. Nas classes mais altas a expectativa de vida era 44 anos; os negociantes viviam 25 e os oper\u00e1rios 22. A moral d\u00fabia mandava cobrir as pernas das mesas \u2013 e das mulheres \u2013 mas tanto na corte quanto fora dela desenvolvia-se um mundo sexual clandestino onde proliferavam o adult\u00e9rio e a prostitui\u00e7\u00e3o. Existiam ainda as cortes\u00e3s, mulheres que cuidavam exclusivamente dos monarcas. No Leste de Londres havia bord\u00e9is, salas de espet\u00e1culos e de jogos.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/zahar.com.br\/sites\/default\/files\/livros\/download\/dracula_bolso.jpg\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"265\" \/> Nas ruas vendiam-se drogas, sexo e faziam-se apostas. Al\u00e9m disso, havia orgias, espet\u00e1culos er\u00f3ticos, abusos de menores e viol\u00eancia. Em 1888 apareceu o personagem Jack, O Estripador, um assassino em s\u00e9rie que escolhia suas v\u00edtimas entre as prostitutas e a pol\u00edcia inglesa nunca prendeu.<\/p>\n<p>Nesse caldo cultural amb\u00edguo, o personagem <strong>DR\u00c1CULA<\/strong>, cria\u00e7\u00e3o de Bram Stoker, \u00e9 um conde, filho da nobreza, que transformou-se em vampiro. Como tal, \u00e9 imortal. N\u00e3o envelhece, cura-se instantaneamente de ferimentos, precisa de sangue para sobreviver e, se ficar sob a luz do Sol, vira cinzas; para mat\u00e1-lo deve-se cravar uma estaca de madeira no seu cora\u00e7\u00e3o. S\u00edmbolos sagrados, cruz, \u00e1gua benta, h\u00f3stias e materiais mundanos como prata e alho lhe s\u00e3o insuport\u00e1veis. N\u00e3o entra em uma casa sem ser convidado; transforma-se em animais como lobos, c\u00e3es e morcegos. Na sua origem, o personagem vampiro \u00e9 a personifica\u00e7\u00e3o do mal.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft \" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-a2YZjBKil0I\/UPRyGeOXfoI\/AAAAAAAAAkA\/Tbg4i4lLJuw\/s1600\/Vampiro+de+Curitiba.jpg\" width=\"190\" height=\"289\" \/>A vampiriza\u00e7\u00e3o sexual, atrav\u00e9s da qual o protagonista seduz, encanta, fascina suas v\u00edtimas, ganhou personagem importante, hoje celebridade liter\u00e1ria, na pessoa de Nelsinho, do livro de contos de Dalton Trevisan, O Vampiro de Curitiba. Segundo a <a href=\"https:\/\/pt.scribd.com\/doc\/128146871\/Dalton-Trevisan-O-Vampiro-de-Curitiba-analise-da-obra\">resenha de Adriana Camargo<\/a>, ele segue e assedia velhinhas, senhoras respeit\u00e1veis, virgens e prostitutas, agoniado e indeciso entre aquela que \u201c<em>molha o l\u00e1bio com a ponta da l\u00edngua para ficar mais excitante<\/em>\u201d, a vi\u00fava toda de preto com joelho \u201c<em>redondinho de curva mais doce que o p\u00eassego maduro<\/em>\u201d, a \u201c<em>casadinha<\/em>\u201d que vai \u00e0s compras e a normalista. Nelsinho transita por todos os contos, dando unidade ao livro. Obcecado por sexo, vagueia pela provinciana Curitiba atr\u00e1s de suas v\u00edtimas, enquanto aos olhos do leitor vai se abrindo o quadro de uma cidade deca\u00edda. Cidade em que se esconde um vampiro no fundo de cada filho de fam\u00edlia, conforme ironiza o protagonista do livro. Curitiba esquadrinhada por Nelsinho, que primeiro se v\u00ea seduzido pelos bra\u00e7os e pernas de uma sensual garota de outdoor \u2013 ou de uma virgem? \u2013 e no final para o c\u00edrculo infernal mais baixo, para o quarto de um bordel ao lado de uma velha prostituta banguela. Ele \u00e9 o pr\u00f3prio Dr\u00e1cula nivelado \u00e0 cidade degradada sob as vestes do cafajeste brasileiro. Nelsinho assim como o vampiro \u00e9 presa da repeti\u00e7\u00e3o infind\u00e1vel dos seus atos e de sua obsess\u00e3o que agravam sua solid\u00e3o: \u201c<em>Tem piedade Senhor, s\u00e3o tantas, eu t\u00e3o sozinho<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>* * *<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright \" src=\"https:\/\/http2.mlstatic.com\/saga-crepusculo-pentalogia-twilight-saga-pentalogy-D_NQ_NP_169905-MLB25127374025_102016-F.jpg\" width=\"188\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>No fim do s\u00e9culo passado, escritores, roteiristas e diretores de cinema\/TV descobriram que a romantiza\u00e7\u00e3o do\u00a0vampirismo poderia render grandes lucros. Nos anos 90, pesquisas de mercado encomendadas por livreiros e produtores de cinema indicaram haver um p\u00fablico de 13 a 30 anos \u00e1vido por aventuras amorosas entre seres naturais e sobrenaturais que dariam origem a certa assimetria de habilidades e sentimentos. Esta seria a f\u00f3rmula para roteiros mais densos, surpreendentes, inquietantes. Condimentos necess\u00e1rios a uma boa narrativa. Al\u00e9m do mais, a sedu\u00e7\u00e3o ing\u00eanua, a eterniza\u00e7\u00e3o do amor, a descoberta de que seres com poderes extraordin\u00e1rios podem viver sentimentos que os mortais experimentamos, tudo isso formou uma nova base para o colch\u00e3o dos amantes. Livros, filmes e s\u00e9ries foram lan\u00e7ados e consumidos com avidez: <em>Di\u00e1rios do Vampiro<\/em>, <em>A Saga do Crep\u00fasculo<\/em>, <em>True Blood<\/em> e tantos outros.<\/p>\n<p>* * *<br \/>\nEndemia \u00e9 uma doen\u00e7a de dura\u00e7\u00e3o cont\u00ednua com causa local, restrita a uma determinada \u00e1rea, que normalmente \u00e9 rotulada \u00e1rea end\u00eamica. A regi\u00e3o Amaz\u00f4nica \u00e9 \u00e1rea end\u00eamica para a febre amarela. A epidemia, por outro lado, \u00e9 doen\u00e7a infecciosa e transmiss\u00edvel que se espalha rapidamente para outras localidades. Quando a epidemia atinge grandes propor\u00e7\u00f5es, passa a ser considerada pandemia. O mundo conheceu uma pandemia de c\u00f3lera \u2013 doen\u00e7a bacteriana que causa diarreia grave e desidrata\u00e7\u00e3o \u2013 entre 1846-1860. Morreram mais de 1 milh\u00e3o de pessoas na R\u00fassia, muitos milhares em Paris e mais de 15 mil londrinos. Essas mortes n\u00e3o estiveram associadas aos vampiros nem a Jack, O Estripador. O m\u00e9dico ingl\u00eas John Snow (1813-1858), considerado mais tarde o pai da epidemiologia cient\u00edfica, foi quem correlacionou a prolifera\u00e7\u00e3o da c\u00f3lera com \u00e1guas paradas putrefatas. Ele chamou, ent\u00e3o, a aten\u00e7\u00e3o dos governantes europeus para a canaliza\u00e7\u00e3o e tratamento dos esgotos, o que, ali\u00e1s, j\u00e1 havia sido feito na constru\u00e7\u00e3o do Pal\u00e1cio de Versalhes desde 1670 com a utiliza\u00e7\u00e3o de tubos enterrados.<\/p>\n<p>* * *<br \/>\nFeira de Santana cresceu sozinha e \u2013 exce\u00e7\u00e3o para alguns poucos e breves per\u00edodos \u2013 mal orientada por suas elites pol\u00edticas. Sempre foi entreposto comercial e, por consequ\u00eancia, lugar de gente que chega e parte. Al\u00e9m disso, foi parada obrigat\u00f3ria na rota dos caminh\u00f5es pau de arara que levavam imigrantes nordestinos para o Sul. Deles, os mais cansados ou esperan\u00e7osos, desciam das carrocerias, das t\u00e1buas que formavam bancos de madeira e tentavam a sorte na cidade. Quando o imperador D. Pedro II a visitou, em 1859, havia 4 mil habitantes, hoje s\u00e3o 620 mil, 92% vivendo na zona urbana. O \u00cdndice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) \u00e9 de 0,712 destacando-se entre outros munic\u00edpios pobres do estado da Bahia, mas classificando-se na 1546\u00ba posi\u00e7\u00e3o entre os 5.570 munic\u00edpios brasileiros. A esperan\u00e7a de vida \u00e9 de 74 anos. Cerca de 16% da popula\u00e7\u00e3o vive abaixo da linha da pobreza. A maior parte dos bairros pobres est\u00e1 situada em terreno plano ou pouco acidentado e em antigas lagoas aterradas. Um quinto da popula\u00e7\u00e3o vive a\u00ed, em ruas parcialmente pavimentadas, esgotos a c\u00e9u aberto, com postos de sa\u00fade e escolas p\u00fablicas de atendimento prec\u00e1rio. Lixo, fezes e outros dejetos s\u00e3o lan\u00e7ados nas ruas como nas cidades europeias h\u00e1 200 anos.<\/p>\n<p>O jornal Correio da Bahia trouxe a seguinte informa\u00e7\u00e3o na sua edi\u00e7\u00e3o de 14 de abril deste ano: <em>Os casos de dengue na Bahia aumentaram 322% neste ano em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2018. Foram 5.871 casos notificados em 158 munic\u00edpios do estado. No per\u00edodo de 30 de dezembro a 12 de mar\u00e7o, foram seis \u00f3bitos por dengue, sendo cinco confirmados e um em investiga\u00e7\u00e3o laboratorial. O munic\u00edpio com a pior situa\u00e7\u00e3o \u00e9 Feira de Santana, a segunda maior cidade do estado, que teve 2.264 casos de dengue no per\u00edodo, quase 40% de todas as notifica\u00e7\u00f5es da Bahia, de acordo com dados da Secretaria de Sa\u00fade do Estado da Bahia (Sesab). Feira tamb\u00e9m concentra a maior parte das mortes que foram quatro na cidade, uma em Salvador e uma em Candeias.<\/em><\/p>\n<p>A Secretaria de Sa\u00fade do Munic\u00edpio de Feira de Santana apresentou relat\u00f3rio sobre a doen\u00e7a: Este ano, at\u00e9 a semana epidemiol\u00f3gica (SE) 28\/2019, foram registrados 11.685 casos suspeitos de dengue em residentes no munic\u00edpio de Feira de Santana. Dos casos notificados, 1.528 (13,07%) foram confirmados. 372 casos confirmados com sinais de alarme, 18 com dengue grave. No per\u00edodo, h\u00e1 o registro de 8 casos confirmados que evolu\u00edram para <strong>o \u00f3bito<\/strong>.<\/p>\n<p>A dengue deixa muitas sequelas \u2013 quando n\u00e3o mata \u2013 sobretudo em pacientes depauperados e crian\u00e7as: mau funcionamento do f\u00edgado; insufici\u00eancia renal; agravamento de problemas card\u00edacos; agravamento de dist\u00farbios neurol\u00f3gicos etc. A dengue, assim como a c\u00f3lera, tem causa na aus\u00eancia de cuidados b\u00e1sicos de saneamento e na falta de educa\u00e7\u00e3o. O vetor transmissor da dengue, da chikungunya e zika vive e se reproduz em \u00e1guas paradas de esgotos a c\u00e9u aberto e recipientes inadequados. Os mun\u00edcipes pobres muitas vezes promovem a limpeza de \u00e1reas por conta pr\u00f3pria retirando pneus, latas velhas, lixo e outros detritos. Os pobres mun\u00edcipes assistem passivos ao descaso e \u00e0 incompet\u00eancia dos seus governantes que desviam os recursos valiosos do er\u00e1rio para outros fins. Alguns l\u00edcitos, por\u00e9m estapaf\u00fardios. Outros il\u00edcitos, segundo as pol\u00edcias.<\/p>\n<p>* * *<br \/>\nNa l\u00edngua portuguesa o verbo <strong>vampirizar<\/strong> \u2013 transitivo direto e bitransitivo \u2013 tem as significa\u00e7\u00f5es de extrair por meio de abuso, sedu\u00e7\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o, extors\u00e3o, ego\u00edsmo, toda energia, a for\u00e7a, a riqueza \u2013 de algu\u00e9m. O verbo pode ser pronominal, reflexivo, por exemplo na frase: Vampirizou-se de tanto doar. No entanto, nos dias que correm, no Brasil, particularmente em Feira, \u00e9 acep\u00e7\u00e3o praticamente inusual.<\/p>\n<p>H\u00e1 pelo menos duas d\u00e9cadas a popula\u00e7\u00e3o pobre de Feira de Santana sofre de <strong>vampiriza\u00e7\u00e3o<\/strong> por gestores p\u00fablicos,<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-32263 alignright\" src=\"http:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/o-vampiro-de-feira.png\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"268\" srcset=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/o-vampiro-de-feira.png 190w, https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/o-vampiro-de-feira-106x150.png 106w\" sizes=\"auto, (max-width: 190px) 100vw, 190px\" \/> todos eles notificados e processados pela Justi\u00e7a por desvios\/malversa\u00e7\u00e3o de recursos do er\u00e1rio destinados \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ao saneamento b\u00e1sico e at\u00e9 aqueles alocados ao combate de epidemias. Esses personagens \u2013 que se pode contar nos dedos de uma das m\u00e3os \u2013 causaram danos irrepar\u00e1veis. Mortes de crian\u00e7as, idosos e sequelas mutilantes na popula\u00e7\u00e3o em geral. A aus\u00eancia ou atendimentos m\u00e9dico-hospitalares prec\u00e1rios produziram o estrago. O sofrimento do povo humilde n\u00e3o constrangeu nem arrefeceu a \u00e2nsia dos que sempre agem \u00e0 socapa com os recursos alheios, principalmente p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Dentre os personagens h\u00e1 um mais habilidoso, sedutor, envolvente, pertinaz. Ele se transformou em chefete, capo de uma corja de sabujos que, em troca de pelancas, entregaram suas almas e participam da extors\u00e3o. O povo de Feira vive subjugado, manietado por esse personagem medonho, asqueroso, que ainda se mant\u00e9m atuante por conta de poderes sobre ou supranaturais. Muitos acreditam que o \u00fanico s\u00edmbolo &#8211; n\u00e3o se trata de alho, h\u00f3stias e cruzes &#8211; que pode afast\u00e1-lo da sociedade feirense \u00e9 o escudo da Pol\u00edcia Federal, com for\u00e7a-tarefa vinda de Bras\u00edlia. De outra forma, <strong>O Vampiro de Feira <\/strong>continuar\u00e1 enriquecendo sua nefasta biografia e os pr\u00f3prios bolsos, \u00e9 claro! Como diria um comerciante local.<\/p>\n<div id=\"blogd-1658220421\" class=\"blogd-final-post blogd-entity-placement\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.leg.br\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"   \/><\/a><\/div><p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"http:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/2019\/07\/18\/professor-teomar-soledade-e-o-novo-colunista-do-blog-da-feira\/\"><em>Prof. Teomar Soledade J\u00fanior<\/em><\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na hipocrisia inglesa da Era Vitoriana (1837-1901), foram publicados os primeiros romances baseados no sobrenatural. Em 1849 e 1897 apareceram Frankenstein, de Mary Shelley e Dr\u00e1cula, de Bram Stoker. 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A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 distribu\u00edda em locais estrat\u00e9gicos favor\u00e1veis \u00e0 leitura e reflex\u00e3o em Feira de Santana. 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O primeiro artigo dele que voc\u00ea vai ler nesta sexta-feira tem o sugestivo t\u00edtulo de: \"Tempos dif\u00edceis\". Teomar Soledade J\u00fanior \u00e9 mestre em f\u00edsica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 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