{"id":38665,"date":"2020-06-25T02:43:51","date_gmt":"2020-06-25T05:43:51","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/?p=38665"},"modified":"2020-06-30T19:53:51","modified_gmt":"2020-06-30T22:53:51","slug":"a-cronica-da-farinha-de-mandioca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/2020\/06\/25\/a-cronica-da-farinha-de-mandioca\/","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica da farinha de mandioca"},"content":{"rendered":"<div id=\"blogd-4082859852\" class=\"blogd-fim-do-post-mobile blogd-entity-placement\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.gov.br\/servico.asp?s=a&#038;titulo=Solenidade-festiva-marca-centen%C3%A1rio-do-Pa%C3%A7o-Municipal-Maria-Quit%C3%A9ria.html&#038;id=1&#038;link=secom\/noticias.asp&#038;idn=42892#noticias\" target=\"_blank\" aria-label=\"728&#215;90 (5)\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90-5.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">P\u00e3o-de-pobre. Esse \u00e9 apenas um dos nomes &#8211; e o mais pejorativo &#8211;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> da prosaica farinha de mandioca. Durante s\u00e9culos ela foi a base da alimenta\u00e7\u00e3o no Brasil Setentrional. Desde a d\u00e9cada de 1970 o consumo vem em decl\u00ednio. E, a partir do come\u00e7o do s\u00e9culo, a substitui\u00e7\u00e3o por outros produtos se acentuou na dieta do brasileiro. Aqui na Bahia n\u00e3o foi diferente: se mais de 24 quilos eram consumidos, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">per capita<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, em 2002, essa quantidade caiu para pouco mais de seis quilos em 2017. Os n\u00fameros s\u00e3o da Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica, o IBGE.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Lembro que, noutros tempos, o produto era muito mais farto ali no Centro de Abastecimento. Dezenas de sacas \u2013 aquelas de 60 quilos \u2013 amontoavam-se defronte aos varejistas que, atarefados, atendiam a clientela ali no galp\u00e3o de cereais. Combinada com o feij\u00e3o, o arroz e uma prote\u00edna animal qualquer \u2013 os mais pobres atacavam de ovo \u2013, a farinha era parte importante da dieta do sertanejo. Mesmo do sertanejo citadino, sem conex\u00e3o com a vida rural.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">As andan\u00e7as da vida me permitiram atestar a qualidade da farinha aqui das cercanias da Feira de Santana. Autoridades no produto garantem que aquela produzida na vizinha S\u00e3o Gon\u00e7alo dos Campos \u00e9 a melhor da regi\u00e3o. Melhor at\u00e9 que as do Rec\u00f4ncavo, tradicional circuito produtor desde o per\u00edodo colonial. L\u00e1, Nazar\u00e9 firmou fama noutros tempos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O cheiro perfumado e a consist\u00eancia \u2013 muito suavemente granulada \u2013 s\u00e3o requisitos de qualidade. Como baiano saudoso, provei farinhas grossas, insossas, nas andan\u00e7as em restaurantes de Bel\u00e9m do Par\u00e1 e de S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o. Infelizmente contracena mal com os primorosos peixes e camar\u00f5es daquela regi\u00e3o. No Piau\u00ed, no Cear\u00e1 ou no interior de Pernambuco tamb\u00e9m enfrentei sufoco, mastigando, desgostoso, saudoso da farinha baiana.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Quando por aqui as secas eram muito severas, importava-se farinha de mandioca do Paran\u00e1. Era o que informavam comerciantes no Centro de Abastecimento. Apesar da granula\u00e7\u00e3o parecida, o preparo industrial, a longa viagem e o armazenamento envelheciam o produto e comprometiam o sabor. No Brasil Meridional a farinha de mandioca \u00e9 associada ao nordestino. H\u00e1, at\u00e9 mesmo, um certo estigma, que a associa \u00e0 pobreza, \u00e0 fome.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">L\u00e1 em S\u00e3o Paulo, no Parque Dom Pedro II \u2013 na zona cerealista nos fundos do badalado Mercado Municipal \u2013 dezenas de armaz\u00e9ns vendem incont\u00e1veis condimentos e especiarias do planeta inteiro. Pois deu trabalho encontrar farinha de mandioca. Vi-a, desanimado, fina, quase como p\u00f3 de m\u00e1rmore, num saco imenso. \u201c\u00c9 de Feira de Santana\u201d, assegurou o vendedor. \u201cEu sou de Feira de Santana\u201d, repliquei e ele encurtou a conversa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A qualidade da farinha baiana tem ra\u00edzes long\u00ednquas. Bert Jude Barickman, brasilianista que andou estudando os produtos do Rec\u00f4ncavo \u2013 al\u00e9m da farinha, o fumo e o a\u00e7\u00facar \u2013 informa sobre a import\u00e2ncia do produto na Salvador dos s\u00e9culos XVIII e XIX em \u201cUm contraponto baiano\u201d, livro de 2003: \u201cPor mais variada ou at\u00e9 rica que pudesse ser a cozinha baiana, o trivial dos moradores de Salvador resumia-se a um pequeno n\u00famero de g\u00eaneros. Entre eles, o principal era a farinha de mandioca\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em sociedades predominantemente agr\u00edcolas, como a baiana, a farinha de mandioca combinava-se a leguminosas, como o feij\u00e3o e a alimentos como frutas, \u00f3leos, gorduras, carnes e peixes, assinala o pesquisador. S\u00f3 que a maior parte das calorias di\u00e1rias vem de um alimento principal rico em amido: \u201cNa Bahia, esse alimento era sem d\u00favida a farinha de mandioca\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O consumo n\u00e3o era brincadeira: os mais abastados consumiam, por dia, cerca de 567 gramas. A fartura chegava noutros ambientes: \u201cEra essa a ra\u00e7\u00e3o que se distribu\u00eda aos soldados aquartelados em Salvador e aos escravos empregados pelo Celeiro P\u00fablico. Essa era tamb\u00e9m a ra\u00e7\u00e3o dos presos pobres das cadeias da cidade\u201d, informa Barickman. Muita farinha, para os ex\u00edguos seis quilos anuais dos dias atuais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O que comem, hoje, os baianos mais pobres no lugar da farinha? Conversas com uma fonte credenciada \u2013 que conhece bem a periferia da Feira de Santana \u2013 indicam que os alimentos processados se sobrep\u00f5em \u00e0 farinha de mandioca e ao feij\u00e3o. Macarr\u00e3o instant\u00e2neo, biscoitos, bolachas, lanches e salgadinhos incorporaram-se \u00e0 dieta dos mais pobres. E vem contribuindo para o impressionante aumento da obesidade e do sobrepeso na \u00faltima d\u00e9cada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A migra\u00e7\u00e3o do campo para a cidade \u00e9 coisa antiga. Foi intensa at\u00e9 os anos 1980. De l\u00e1 para c\u00e1 nasceram os filhos desses migrantes, j\u00e1 com perfil mais urbano. Perif\u00e9rico e pobre, mas urbano. Mudaram-se tamb\u00e9m os h\u00e1bitos, sobretudo em fun\u00e7\u00e3o da correria imposta pelo trabalho, que favorece as refei\u00e7\u00f5es prontas. Da\u00ed o decl\u00ednio do consumo da farinha.<\/span><\/p>\n<div id=\"blogd-3088792401\" class=\"blogd-final-post blogd-entity-placement\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.leg.br\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"   \/><\/a><\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, a pa\u00e7oca \u2013 farofa de carne-seca desfiada \u2013, o pir\u00e3o e o p\u00e9-de-moleque est\u00e3o se tornando produtos sofisticados, oferecidos em restaurantes caros. At\u00e9 a farinha de mandioca \u2013 Quem diria \u2013 est\u00e1 se tornando <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">gourmet<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Apesar do consumo em queda&#8230;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>P\u00e3o-de-pobre. Esse \u00e9 apenas um dos nomes &#8211; e o mais pejorativo &#8211; da prosaica farinha de mandioca. Durante s\u00e9culos ela foi a base da alimenta\u00e7\u00e3o no Brasil Setentrional. Desde a d\u00e9cada de 1970 o consumo vem em decl\u00ednio. 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