{"id":42342,"date":"2020-12-09T05:37:08","date_gmt":"2020-12-09T08:37:08","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/?p=42342"},"modified":"2020-12-09T19:48:26","modified_gmt":"2020-12-09T22:48:26","slug":"o-medonho-oficio-de-escrever","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/2020\/12\/09\/o-medonho-oficio-de-escrever\/","title":{"rendered":"O medonho of\u00edcio de escrever"},"content":{"rendered":"<div id=\"blogd-1629854169\" class=\"blogd-fim-do-post-mobile blogd-entity-placement\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.gov.br\/index.asp\" target=\"_blank\" aria-label=\"728&#215;90-acordacidade (1)\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90-acordacidade-1.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 um quarto de s\u00e9culo mergulhado no of\u00edcio da escrita, pouco me aventurei a conjecturar sobre o que \u00e9 essa labuta, o que \u00e9 o escrever. A longa pandemia, por\u00e9m, despertou alguns impulsos que, depois, foram se convertendo em ideias vagas; adiante, transfiguraram-se numas frases soltas, que n\u00e3o se conectavam; por fim, surgiu um plano, um fio condutor, que foi amadurecendo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Agora, neste sufocante e ensolarado dezembro, ven\u00e7o uns resqu\u00edcios de inseguran\u00e7a e preciosismo e me arrojo neste exerc\u00edcio breve, mas in\u00f3spito. E delicado, porque escrever vai al\u00e9m de um of\u00edcio, de uma ocupa\u00e7\u00e3o. Diria que se mistura \u00e0 pr\u00f3pria ess\u00eancia do indiv\u00edduo. E \u00e9 dif\u00edcil lidar com si mesmo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Escrever \u00e9, sobretudo, um exerc\u00edcio solit\u00e1rio. Mesmo que se esteja numa reda\u00e7\u00e3o, numa reparti\u00e7\u00e3o, num escrit\u00f3rio, at\u00e9 num local p\u00fablico, com gente em volta. Com a experi\u00eancia, aprendi que, \u00e0s vezes, os textos fluem, prazerosos. Outros empacam, supliciam, castigam, flagelam. \u00c9 quando as ideias se embaralham, confusas, ou quanto uma palavra desejada foge e insiste em n\u00e3o voltar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 mais comum o texto empacar. Naquela fase pr\u00e9via, meramente mental, tudo se encaixa que \u00e9 uma beleza. As frases refulgem, claras, exatas, elegantes. Defronte ao teclado e \u00e0 tela luminosa, por\u00e9m, se diluem, se misturam. O que vai \u00e0 tela do computador costuma ser, muitas vezes, um arremedo p\u00e1lido daquilo que se pretendia comunicar, daquilo que bailou no c\u00e9rebro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como \u00e9 que se atenua isso? Os passeios curtos pela sala, as espiadelas pela janela ensolarada, os suspiros, os caf\u00e9s \u2013 v\u00edcio abomin\u00e1vel \u2013 s\u00e3o uma tr\u00e9gua, um recuo estrat\u00e9gico que, \u00e0s vezes, apazigua o esp\u00edrito, areja. E aquela ideia clara, aquela frase precisa, aquela palavra lapidar, retorna, submissa e mansa, com a mente relaxada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Mas nem sempre \u00e9 assim: a lufa-lufa de escrever n\u00e3o \u00e9 precisa, cartesiana. S\u00f3 que exige aprimoramento cont\u00ednuo. Com ele \u00e9 que vem a maturidade, a lida calejada com as ideias e as palavras recalcitrantes. Sofre-se menos a partir da\u00ed.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Na composi\u00e7\u00e3o do texto, quando tudo falha, resta o esfor\u00e7o de abstra\u00e7\u00e3o. L\u00e1 fora, prevalecem os ru\u00eddos citadinos \u2013 motores, buzinas, vozes, gritos \u2013 mas \u00e9 sempre poss\u00edvel filtrar os sons da natureza. No ver\u00e3o, prevalecem os sabi\u00e1s canoros; as casacas-de-couro, com seu canto estridente, aflito; os despretensiosos bem-te-vis; e at\u00e9 os pardais familiares, com seus pios mon\u00f3tonos. Reconforta: \u00e9 o que aproxima o sujeito \u2013 esmagado por suas limita\u00e7\u00f5es humanas \u2013 do que \u00e9 transcendente, divino, no momento do esfor\u00e7o sobre-humano da escrita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Caso o impasse persista, renitente, o recurso extremo \u00e9 recorrer \u00e0 paisagem, lavar os olhos com a rotina mi\u00fada das cercanias. A casaca-de-couro que pousa, elegante, na catingueira; o carcar\u00e1 imponente que persegue um pombo desajeitado, bambo; o c\u00e3o vadio que marcha imponente; o gato esguio, ocioso, passeando. Neste momento vem \u00e0 tona, mais uma vez, a lembran\u00e7a sobre a natureza solit\u00e1ria da escrita. At\u00e9 uma fonte que a alimenta \u2013 a leitura \u2013 \u00e9 tamb\u00e9m fun\u00e7\u00e3o que requer isolamento e sil\u00eancio. Tudo prazeroso, gratificante, mas solit\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c0s vezes, d\u00f3i a inveja da m\u00fasica. Nela, a realiza\u00e7\u00e3o costuma ser coletiva, mesmo que parte do aprendizado seja solit\u00e1rio tamb\u00e9m. Nem precisa ambi\u00e7\u00e3o de orquestra, at\u00e9 uma bandinha mequetrefe imerge o sujeito numa sensa\u00e7\u00e3o coletiva, de realiza\u00e7\u00e3o conjunta. Diferente da escrita que n\u00e3o mobiliza plateia e que implica numa conex\u00e3o individual e, muitas vezes, muda.<\/span><\/p>\n<div id=\"blogd-64540445\" class=\"blogd-final-post blogd-entity-placement\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.leg.br\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"   \/><\/a><\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Mas a escrita reconforta tamb\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 dor de parto intelectual. Sobretudo quando palavras e frases se harmonizam, expressando ideias cristalinas, l\u00edmpidas. Nestes momentos o escrevinhador inflama o peito e se v\u00ea autor de coisa grandiosa. Bobagem: l\u00e1 adiante, ele esbarra noutro texto, noutra peleja dif\u00edcil de enfrentar. \u00c9 assim mesmo. Nisto reside o fasc\u00ednio da escrita: aquilo que os dedos acabaram de parir, morre; \u00e9 trabalho morto; e se imp\u00f5e, j\u00e1 no momento seguinte, a herc\u00falea tarefa de recome\u00e7ar&#8230;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 um quarto de s\u00e9culo mergulhado no of\u00edcio da escrita, pouco me aventurei a conjecturar sobre o que \u00e9 essa labuta, o que \u00e9 o escrever. 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