{"id":54962,"date":"2022-10-19T13:38:24","date_gmt":"2022-10-19T16:38:24","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/?p=54962"},"modified":"2022-10-22T00:14:15","modified_gmt":"2022-10-22T03:14:15","slug":"o-salto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/2022\/10\/19\/o-salto\/","title":{"rendered":"O Salto"},"content":{"rendered":"<div id=\"blogd-1417867391\" class=\"blogd-fim-do-post-mobile blogd-entity-placement\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.gov.br\/index.asp\" target=\"_blank\" aria-label=\"728&#215;90-acordacidade (1)\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90-acordacidade-1.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p>Quando chegou ao alto do monte, sobre as pedras, resfolegava. Uma cabra berrava, diminuta, num capinzal verdejante no sop\u00e9 do monte, na periferia de Itaberaba. Alguns sujeitos corriam atr\u00e1s de uma bola de couro, num campo de barro, dezenas de metros abaixo. Um caminh\u00e3o engendrava manobras dif\u00edceis na estrada estreita, barrenta, l\u00e1 embaixo. Mais distantes, luzes se acendiam em casebres pobres, no Jardim das Palmeiras. Sons alcan\u00e7avam o cume do morro, distorcidos. Eram impreca\u00e7\u00f5es, can\u00e7\u00f5es, conversas em tom rude, ralhos com crian\u00e7as, resmungos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Atr\u00e1s, fincadas no solo ressequido do monte, repousavam imponentes torres met\u00e1licas. Quando a noite ca\u00eda, acendiam-se no topo pequenas l\u00e2mpadas vermelhas, muito vivas. Contrastavam com a luz alaranjada das l\u00e2mpadas dos postes da ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p align=\"justify\">As imensas rochas escurecidas pelo limo eram imponentes. No sop\u00e9 do monte, disputavam estreitas faixas de terra f\u00e9rtil com o capim vi\u00e7oso. O tempo aplainara a aspereza das pedras, arredondando-as.<\/p>\n<p align=\"justify\">Suspirou. Fechou os olhos. As t\u00eamporas latejaram. Olhou a vegeta\u00e7\u00e3o rasteira dos morros em volta. O sol repetia o imemorial mergulho no horizonte. Nuvens r\u00f3seas e azuladas acumulavam-se no poente. Aves brancas voavam com sincronia sobre a cidade.<\/p>\n<p align=\"justify\">Precisava dar o salto definitivo. N\u00e3o havia jeito, era uma quest\u00e3o de honra. Ainda que n\u00e3o o testemunhasse, ainda que n\u00e3o colhesse o olhar de espanto e respeito dos que o conheciam. Por que permanecer na intermin\u00e1vel roda, amando e odiando, comendo e bebendo, sofrendo e rejubilando-se, observando impass\u00edvel ou agindo febrilmente, perpetuando o ciclo, o intermin\u00e1vel fim e o eterno recome\u00e7ar? Por que testemunhar sorrisos e l\u00e1grimas, expectativas e frustra\u00e7\u00f5es, desprendimentos e iniquidades, triunfos incontest\u00e1veis e derrotas acachapantes?<\/p>\n<p align=\"justify\">Melhor o salto. Mas e os sofrimentos decorrentes? Maria e as crian\u00e7as&#8230; Seus pais&#8230; Seus irm\u00e3os&#8230; Os companheiros de jornada&#8230; Pensava demais nos outros, era um defeito imperdo\u00e1vel. Carecia da objetividade, do ego\u00edsmo material. A abnega\u00e7\u00e3o \u00e9 a virtude dos fracos, dos pusil\u00e2nimes. Sempre t\u00e3o correto, t\u00e3o austero, t\u00e3o movido por uma for\u00e7a interior, t\u00e3o racional, t\u00e3o previs\u00edvel, t\u00e3o agrad\u00e1vel, t\u00e3o cheio de virtudes, de preocupa\u00e7\u00f5es com o pr\u00f3ximo. Um fraco, um decadente, um crist\u00e3o, um enamorado por uma humanidade ut\u00f3pica, inexistente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dois passos e o salto, a Liberdade imperd\u00edvel, completa, sem concess\u00f5es, sem subterf\u00fagios, sem m\u00e1scara. E o grande momento, o instante mais marcante, o corpo caindo e o \u00eaxtase arrebentando no peito, arrebentando o pr\u00f3prio peito em alguns segundos, abrindo-lhe perspectivas, caminhos jamais trilhados, desafios inimaginados, mesmo que o mergulho o afunde no Grande Nada, na ignor\u00e2ncia que transcende a indiferen\u00e7a mineral, na absoluta solid\u00e3o da inexist\u00eancia, cuja sutileza escapa \u00e0s limita\u00e7\u00f5es do seu c\u00e9rebro humano. Como equiparar seus preconceitos a este grande momento?<\/p>\n<p align=\"justify\">A mulher. Os filhos. Os pais. Amigos, colegas. A opini\u00e3o p\u00fablica. A religi\u00e3o. Os preconceitos. Os dogmas. A ideologia crist\u00e3. Nada se equiparava, nada. Nada. O Grande Nada era a ideologia das possibilidades, o \u00faltimo ref\u00fagio, o ref\u00fagio eterno.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mas e a coragem? Faltava-lhe&#8230; um choque na rocha a uma velocidade crescente destro\u00e7aria o fr\u00e1gil corpo, torn\u00e1-lo-ia irreconhec\u00edvel. Bombeiros praguejariam, escalando o penhasco, para resgat\u00e1-lo e conceder-lhe um enterro crist\u00e3o. Enrubesceu ao pensar que arranjaria tarefa embara\u00e7osa para outros, mesmo depois de morto. E se prosperasse a vers\u00e3o de que ele ca\u00edra acidentalmente? E se dissessem que foi empurrado, talvez v\u00edtima de um criminoso ign\u00f3bil? N\u00e3o trouxera papel, n\u00e3o poderia escrever uma mensagem lac\u00f4nica despedindo-se, n\u00e3o combinava com a postura despojada que pretendia adotar, partindo sem despedidas pr\u00e9vias, sem os grilh\u00f5es das explica\u00e7\u00f5es corriqueiras, das inevit\u00e1veis e penosas justificativas. S\u00f3 que lhe faltava a coragem, a insensatez de romper, de revoltar-se.<\/p>\n<p align=\"justify\">O salto era a reden\u00e7\u00e3o, a suprema inspira\u00e7\u00e3o, um momento brilhante resplandecendo em meio \u00e0 mediocridade da vida cotidiana. Carecia daquele instante not\u00e1vel, que o redimiria de todos os pecados anteriores. Comia. Bebia. Fodia. Suportava a mulher, que suportava-o. Educava os filhos com preceitos vagos, esquec\u00edveis. Demonstrava amabilidade com os pais. Era um amigo prestimoso. Nos eventos sociais, desfiava conceitos respeit\u00e1veis. N\u00e3o apregoava revolu\u00e7\u00f5es. Respeitava a propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o. Concordava com os editorialistas dos jornais, que coincidentemente pensavam o mesmo que a classe patronal. Entretia-se com as reportagens banais e absorvia vorazmente os conceitos impl\u00edcitos que exaltavam e exultavam o despertar de uma cidadania aleijada. Enfim, era um p\u00fastula, como todo mundo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Aos domingos visitava shoppings com a mulher e os filhos. Bebericava chope, enquanto as crian\u00e7as devoravam sorvetes. Depois comprava uma camisa colorida, demonstrando sua perfeita sintonia com a vida. \u00cdntimo da vida, alegre com a vida. Celebrando a vida atrav\u00e9s do consumo. Gozava as f\u00e9rias em janeiro, partindo para destinos que sua respeitabilidade previa, mergulhando no turbilh\u00e3o de consumo que sua condi\u00e7\u00e3o social impunha, extasiando-se com as mesmas interjei\u00e7\u00f5es dos que frequentavam seu c\u00edrculo e at\u00e9 mesmo enfastiando-se com o mesmo fastio dos que vivem sob confort\u00e1veis condi\u00e7\u00f5es materiais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Depois, a rotina, o repetir das manh\u00e3s e tardes da reparti\u00e7\u00e3o, o aconchegante repouso noturno em seu lar burgu\u00eas, a manh\u00e3 e a tarde seguintes, as reuni\u00f5es familiares nos finais de semana e o aguardar ansioso das pr\u00f3ximas f\u00e9rias, que seriam precedidas por projetos sustentados com os mesmos argumentos das f\u00e9rias dos anos anteriores. Por fim, era o suceder dos anos e as preocupa\u00e7\u00f5es de cada faixa et\u00e1ria e a inquieta\u00e7\u00e3o crescente \u00e0 espera do momento definitivo, de ajustar contas consigo mesmo e resvalar para a cova.<\/p>\n<p align=\"justify\">Eis o resumo da \u00f3pera. E eis o ep\u00edlogo a ser transformado com mais dois passos. Um pequeno e inexplic\u00e1vel passo para a humanidade, mas o passo mais importante de sua vida ins\u00edpida. Mas cad\u00ea a coragem? Cad\u00ea a intrepidez dos grandes esp\u00edritos que praguejaram contra a mediocridade, a rotina, o corriqueiro? Fraquejava! A ideia ati\u00e7ara-lhe o esp\u00edrito, mas ele fraquejava, covardemente.<\/p>\n<div id=\"blogd-3833354548\" class=\"blogd-final-post blogd-entity-placement\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.leg.br\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"   \/><\/a><\/div><p align=\"justify\">Recuou. Recuou dois passos. Alguns passos. Muitos passos, at\u00e9 chocar-se com uma rocha e agarr\u00e1-la com firmeza, como se estivesse \u00e0 beira do precip\u00edcio. Galgou-a, contornou a igreja que n\u00e3o frequentava por desleixo havia meses, come\u00e7ou a descer a ladeira \u00edngreme que conduzia \u00e0 cidade, de retorno. Mas foi cauteloso, porque havia lama acumulada e ele temia machucar-se, caso escorregasse e ca\u00edsse\u2026<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando chegou ao alto do monte, sobre as pedras, resfolegava. Uma cabra berrava, diminuta, num capinzal verdejante no sop\u00e9 do monte, na periferia de Itaberaba. Alguns sujeitos corriam atr\u00e1s de uma bola de couro, num campo de barro, dezenas de metros abaixo. Um caminh\u00e3o engendrava manobras dif\u00edceis na estrada estreita, barrenta, l\u00e1 embaixo. 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