{"id":59730,"date":"2023-10-17T18:41:12","date_gmt":"2023-10-17T21:41:12","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/?p=59730"},"modified":"2023-11-13T23:51:52","modified_gmt":"2023-11-14T02:51:52","slug":"o-roteiro-da-antiga-linha-circular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/2023\/10\/17\/o-roteiro-da-antiga-linha-circular\/","title":{"rendered":"O roteiro da antiga linha circular"},"content":{"rendered":"<div id=\"blogd-1854032632\" class=\"blogd-fim-do-post-mobile blogd-entity-placement\" style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.gov.br\/index.asp\" target=\"_blank\" aria-label=\"728&#215;90-acordacidade (1)\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90-acordacidade-1.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p>Os \u00f4nibus brotavam abruptamente da rua Arivaldo de Carvalho. Naquele tempo de poucos carros \u2013 metade dos anos 1980 \u2013 a via, cal\u00e7ada, era de m\u00e3o dupla. Passavam do lado esquerdo do antigo bar <em>Ferry Boat<\/em> e avan\u00e7avam para a rua Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria, no come\u00e7o do Sobradinho. A gente se aglomerava na cal\u00e7ada da f\u00e1brica de colch\u00f5es Triunfo, onde havia um ponto. Ali desaguavam todas as linhas que se aventuravam por aquela regi\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>Transul e Autounida detinham mais linhas, mas havia tamb\u00e9m Safira e Autosel \u2013 a grafia desta \u00faltima \u00e9 incerta \u2013 num vaiv\u00e9m cont\u00ednuo pela Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria. Os motores roncavam, os escapamentos despejavam grossos rolos de fuma\u00e7a preta no c\u00e9u feirense. Os \u00f4nibus desciam embalados em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 ladeira do Nag\u00e9 e ao centro ent\u00e3o acanhado da Feira de Santana.<\/p>\n<p>Circulavam apinhados de passageiros, quem subia por \u00faltimo raramente transpunha o torniquete. Os motores gemiam aflitos subindo o Nag\u00e9, que naquela \u00e9poca abrigava amplas resid\u00eancias familiares, mercearias, pens\u00f5es e pensionatos. Das janelas dos \u00f4nibus as crian\u00e7as examinavam tudo, fascinadas.<\/p>\n<p>Era bom ver os motoristas esfalfando-se sobre o volante para dobrar a rua Santos Dumont, j\u00e1 no alto da ladeira. Dali seguia-se at\u00e9 a Senhor dos Passos, que conduzia ao primeiro ponto no centro da cidade: o do Nordestino. Muita gente desembarcava, nos postes autofalantes despejavam propagandas, prevalecia o ir-e-vir t\u00edpico de centro apinhado.<\/p>\n<p>Na Carlos Gomes \u2013 at\u00e9 o sem\u00e1foro do Feira T\u00eanis Clube \u2013 havia congestionamento, pedestres atravessando; os \u00f4nibus, ent\u00e3o, retinham sua marcha. Como hoje, apregoavam-se nas esquinas destinos pr\u00f3ximos em carros de lota\u00e7\u00e3o. No \u201cponto do T\u00eanis\u201d descia pouca gente, o com\u00e9rcio ficara para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Ao longo da Geminiano Costa havia \u2013 mais \u00e0 frente \u2013 novo ponto, com pouco desembarque. Na Bar\u00e3o do Rio Branco, bem na Kalil\u00e2ndia, descia mais gente no \u201cponto da Brahma\u201d. Naquela \u00e9poca, j\u00e1 n\u00e3o havia mais Brahma, mas o nome ficou, at\u00e9 a extin\u00e7\u00e3o do ponto, anos mais tarde. Ent\u00e3o o \u00f4nibus pegava embalo at\u00e9 o terminal da Get\u00falio Vargas, sempre movimentado.<\/p>\n<p>Dali o \u00f4nibus enveredava por uma quadra pela Castro Alves e dobrava \u00e0 esquerda, na Leon\u00eddio Rocha. Rua estreita, \u00e0s vezes engarrafava, at\u00e9 o desembocar na Comandante Almiro. Nela ficava o ponto da Rodovi\u00e1ria, hoje praticamente extinto. Havia movimento de viajantes e de clientes do Paes Mendon\u00e7a, supermercado pr\u00f3ximo. Mais \u00e0 frente, os \u00f4nibus embocavam no trecho extenso da Presidente Dutra.<\/p>\n<p>Ali, sem tantos sem\u00e1foros, os motoristas aceleravam, passando por lojas de autope\u00e7as, postos de combust\u00edveis, hot\u00e9is e pousadas, at\u00e9 a pra\u00e7a Jackson do Amaury. Mais congestionamento, por ali escoavam os viajantes no rumo da Estrada do Feij\u00e3o, da BR 116 Sul. Em dias ensolarados, os tetos dos autom\u00f3veis reluziam e o horizonte tremulava em ondas de calor. Era bom seguir em frente e chegar \u00e0 arborizada Matriz, contornando a pra\u00e7a Padre Ov\u00eddio, naquela curva alucinante em velocidade.<\/p>\n<p>Voltava-se ao cora\u00e7\u00e3o comercial da Feira de Santana e aos seus congestionamentos ao longo da Conselheiro Franco. Muita buzina, muita fuma\u00e7a, muita acelera\u00e7\u00e3o em ponto morto at\u00e9 chegar ao hotel Euterpe e \u00e0 rua Recife, a \u201cladeira do Centro de Abastecimento\u201d. Na verdade, uma das v\u00e1rias ladeiras que conduzem ao entreposto. Todas batizadas de \u201cladeira do Centro de Abastecimento\u201d. Aquela estava sempre apinhada, o com\u00e9rcio regurgitava e havia barracas nas cal\u00e7adas, tabar\u00e9us num vaiv\u00e9m incessante.<\/p>\n<p>Na quadra da rua Recife que divisava com a pra\u00e7a do Tropeiro, as barracas tomavam a rua. Os \u00f4nibus, ent\u00e3o, em velocidade, torciam \u00e0 direita pela rua Visconde de Barbacena, contornando a pra\u00e7a. Era assustadora a curva brusca, desviando das dezenas de barracas. E se um dia faltasse freio ou uma pane qualquer impedisse a manobra? Haveria uma desgra\u00e7a grande que \u2013 ainda bem! \u2013 nunca aconteceu.<\/p>\n<p>Na pra\u00e7a do Tropeiro ficava o ponto mais interessante. Era grande a diversidade por l\u00e1. Gente em compras, ambulantes, carregadores, tabar\u00e9us de gib\u00e3o, tabaroas de an\u00e1gua, tudo muito rico e pulsante, sob uma barulheira terr\u00edvel, preg\u00f5es, autofalantes, o caos. Ali o sert\u00e3o latejava, prenhe de vida.<\/p>\n<p>Os \u00f4nibus subiam, gemendo, a rua Porto Velho \u2013 mais uma ladeira \u2013 e dobravam a Juv\u00eancio Erudilho, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Pra\u00e7a 2 de Julho. Estreitas e movimentadas, as vias exigiam per\u00edcia dos motoristas. Por fim, para quem ia para os lados do Sobradinho, os \u00f4nibus enveredavam pela antiga rua de Aurora, por fim descendo o Nag\u00e9.<\/p>\n<div id=\"blogd-947310658\" class=\"blogd-final-post blogd-entity-placement\"><a href=\"https:\/\/www.feiradesantana.ba.leg.br\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogdafeira.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-SITE-ENTREGADECHEQUE-CAMARADEFEIRA.gif\" alt=\"\"  class=\"no-lazyload\" width=\"728\" height=\"90\"   \/><\/a><\/div><p>Era o itiner\u00e1rio do \u00f4nibus circular que, ao longo dos anos, foi passando por in\u00fameras mudan\u00e7as. Menino, fiz muito esses roteiros e, ainda hoje, os olhos brilham com as recorda\u00e7\u00f5es&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os \u00f4nibus brotavam abruptamente da rua Arivaldo de Carvalho. Naquele tempo de poucos carros \u2013 metade dos anos 1980 \u2013 a via, cal\u00e7ada, era de m\u00e3o dupla. Passavam do lado esquerdo do antigo bar Ferry Boat e avan\u00e7avam para a rua Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria, no come\u00e7o do Sobradinho. 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