Todos sabemos que se a  nossa Princesa fosse bem planeja e organizada, tivesse o Plano Diretor feito com aprovação da sociedade em audiências públicas, conforme determina a lei, atendesse as exigências do Ministério das Cidades e do Banco Mundial, dentro do Anel de Contorno era possível habitar mais de 2 milhões de habitantes.

Mas infelizmente a cidade cresceu desordenada e continuam permitindo que se construam como bem querem.

Recentemente foi colocado na Câmara de Vereadores projeto de lei para que seja apenas permitido construção de edifícios com até dez andares.

Concordo que tem que haver critérios e ordenamento de construções, serem analisados por profissionais  capacitados  e que os projetos atendam as exigências das leis de uso do solo, código de zoneamento, meio ambiente e seja observado se o logradouro já é servido de rede de água e esgoto, energia elétrica, etc., mas também temos que olhar para  a  operacionalidade que obriga ao setor público atender.

Vejam que num terreno de 2.500m² onde pode ser erguido um edifício de vinte andares com quatro apartamentos por andar, totalizando 80 habitações, com estacionamento para 160 carros e excelente área de recreação,  gera  uma economia para o município de muitos milhares de reais, a começar pela coleta de lixo, limpeza e iluminação publica, via de acesso, rede de esgoto e água, segurança,  etc.

Enquanto que se fossem construí das  80 casas todas de frente para a  rua  era necessário uma extensão de aproximadamente 400 metros com lotes de apenas 200m² num terreno de 16.000m².

Acredito que estes tipos de empreendimentos,  condomínios fechados,  são uma fórmula de viver bem e que vem tendo sucesso em várias partes do Brasil e do mundo, mas o local ideal é fora do meio urbano,  como vem sendo erguido em nossa cidade o AlffaVille I e II, Damha, etc., empreendimentos modernos e com infra estrutura de primeiro mundo.

Marilton Carvalho
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