fbpx

Colunistas

André Pomponet

Daniel Rego

Socorro Pitombo

Laila Geovana Beirão

Trazíbulo Henrique
Últimos posts por Trazíbulo Henrique (exibir todos)

Jolivaldo Freitas
Últimos posts por Jolivaldo Freitas (exibir todos)

Andreza Conceição

Ana Maria Mendes Sampaio
Últimos posts por Ana Maria Mendes Sampaio (exibir todos)

Yasmin Oliveira
Últimos posts por Yasmin Oliveira (exibir todos)

Carlos Novaes

Nilo Reis

O que escrever quando o tema te atravessa a alma? O que escrever quando o assunto te violenta? O que escrever? Poderia escrever sobre a tristeza que sinto quando vejo uma pessoa ser maltratada, violentada e morta por causa da cor da pele, mas é preciso falar da necessidade de reação. Nós, povo negro, não
O mês de abril foi catastrófico para o mercado de trabalho na Feira de Santana. Aliás, não só por aqui: o país e boa parte do planeta penam sob os efeitos da pandemia do novo coronavírus. No saldo, foram extintos exatos 2.230 postos formais de trabalho no município. As assombrosas 3.376 demissões foram só parcialmente
Tags: ,

A gripe espanhola na Feira há 100 anos

Pouco mais de cem anos depois de a Feira de Santana ter enfrentado a temível epidemia de gripe espanhola – que contaminou 500 milhões e matou 50 milhões de pessoas mundo afora, logo após a Primeira Guerra Mundial –, o município – e o planeta – se veem às voltas com a pandemia do novo

No Brasil, a vida não vale nada

Antigamente uma parte dos brasileiros cultivava a ilusão de que a vida das pessoas chamadas “de bem” – na média, a classe média branca – tinha importância. A banalização da morte – sobretudo aquela promovida pelo Estado, por meio de suas polícias – alcançava apenas a estigmatizada bandidagem e aqueles infelizes que, por azar, são

O paradoxo nacionalista em tempos de pandemia

Replico, abaixo, um excerto do texto originalmente publicado no terceiro número de Petrel – Boletim de Conjuntura há cerca de uma semana. Tempos excepcionais, como o que vivemos, tornam mais explícitas as contradições às quais nos acostumamos apenas por virtude de sua persistência. A mais recente fase da modernidade tardia, desde a queda do socialismo
Tags:

Saudade da segunda-feira

Quando vim pra Bahia a “segunda-feira em Feira de Santana”  já não era mais a que Tom Zé cantou e nem aquela que atraiu Sartre e Simone de Beauvoir. Aliás, eu nem sequer sabia que eles haviam estado aqui e pouco sabia sobre Feira a não ser que era a terra de Chico Pinto e
Ouço, lá fora, o espocar constante dos fogos. Na janela, sinto aquele cheiro característico de fumaça, comum nas inesquecíveis noites de São João. Daqui não vejo nenhuma fogueira, mas noto a atmosfera, às vezes, esfumaçada. Na véspera, no sábado à noite (23), também se ouviu o espocar esporádico de fogos. Estouravam distantes e, logo depois,
Semana que vem será de feriados antecipados aqui na Feira de Santana. É para manter a população em casa, tentando frear a expansão do Covid-19 no município. A medida foi anunciada pelo governador Rui Costa (PT), à tarde. Só serão autorizadas atividades essenciais – supermercados, farmácias, postos de combustíveis – e o “feriadão” começa na
TOP