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Laila Geovana Beirão

Daniel Rego

Caras que fazem muita falta

Faz uma falta danada. Digo da ausência de pessoas geniais como Jorge Amado, Luis Fernando Veríssimo, João Ubaldo Ribeiro, Wally Salomão, Tom Jobim – e tantos outros que nem cabe citar aqui, uns malucos beleza, outros loucos de pedra e muitos irritantes a exemplo de Paulo Francis, pode ser sentida por quem tem um mínimo
Encontrei Reginaldo Pereira pela primeira vez, nos dias finais de 1982, portanto, quase 42 anos passados. Eu, estagiário, egresso do curso Redator Auxiliar ou Técnico em Redação, pelo Colégio Estadual, iniciava a carreira, aos 18 anos de idade. Reginaldo já era um profissional consagrado, número 1 do nosso fotojornalismo e chefiava o setor, no FH,
O espanto e a leveza vêm marcando a poesia de Antonio Brasileiro. Espanto, filosófico e existencial, diante do absurdo e dos incessantes desafios da vida. Leveza do poeta maduro que deixou um pouco de lado as crispações do pensamento para se debruçar mais sobre as pequenas coisas do mundo, as mais inefáveis, como os pássaros,

A pandemia esquecida

Recentemente, veículos de comunicação publicaram e repercutiram textos baseados na delação premiada de uma empresária que, em plena pandemia da Covid-19, chegou a ser presa na Bahia por receber dinheiro público para a venda de respiradores e não entregar os equipamentos. Nessa essa delação, supostamente vazada, ela tenta implicar o então governador Rui Costa. O

O sorriso zombeteiro do ditador

Ha coisas que a gente vê, mas não vê. Pois a verdade, como o diabo, está escondida nos detalhes. Quem há anos passa apressado pela avenida e vê o busto não vê o sorriso zombeteiro, dentes à mostra, do velho Getúlio Vargas. É fato que, ao contrário dos generais do golpe de 64, Getúlio foi

64 em Mossoró

Depois veio o ufanismo. Ame-o ou Deixe-o. As aulas de português, Colégio Diocesano, com dissertações sobre a Transamazônica, o Mobral, as fotos de terroristas nas portas de vidro do Hotel Esperança de volta do filme no Cine Cid. Mas a memória mais antiga vem da hora do almoço lá em casa, na São Vicente, abril

Feirenses,

É preceito cumprido há muitos anos:todo sábado o grupo Angoleiros do Sertão está na praça do Mercado de Arte, debaixo do oiti-rei, dançando capoeira e fazendo samba-de-roda. Espetáculo e cultura que eles levam daqui da Mantiba, na Feira, para o mundo inteiro. O veterano  vereador Zé Carneiro mostrou-se mais leal (com amigos do tempo da

Zonas rurais

BONFIM DE FEIRA – Há ruas de casario baixo, estreitas e curvas, no entorno dessa ampla e larga praça central, onde pontua a antiga e original igreja católica do antigo distrito de Feira de Santana. Nessa praça há velhas construções do tempo da opulência rural do arruado. Deterioradas, pálidas, mas com  fachadas enfeitadas com arabescos

Dos jornais impressos ao jornalismo artificial

A banca de jornais ficava bem na bifurcação entre as ruas Arivaldo de Carvalho e Landulfo Alves, no começo do Sobradinho. Era final dos anos 1980 e, ali, também funcionava o antigo bar Ferry Boat. Hoje existe apenas um posto de combustíveis. Pois bem: saí da banca com o exemplar de A Tarde exalando o

Acabou o verão, mas o calor permanece

O outono começou oficialmente hoje (20), pouco depois da meia-noite. A estação sucede incandescentes primavera e verão, quando a temperatura frequentemente se aproximava dos 40°C e a sensação térmica, quase sempre, era ainda mais alta. Parece que não há muito o que comemorar: a previsão é que, nos próximos dias, o calor não vai arrefecer
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