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De volta à Ponte da Matinha

O governo da Bahia encomendou um estudo de viabilidade da ferrovia Salvador-Juazeiro, via Alagoinhas, desativada há mais de 10 anos. Essa é a que passa em Água Fria/Irará de onde sairia o ramal que alcançaria a Estação Nova em Feira de Santana. É o ramal da Ponte da Matinha, a ponte ferroviária sobre o rio
O Campo do Gado Novo guarda uma parte da identidade de Feira de Santana que merece ser mais conhecida e valorizada. Nessa segunda-feira (21), uma visita ao local reuniu os jornalistas Everaldo Goes, Glauco Wanderley e Jânio Rêgo e o economista e professor da Uefs Antônio Rosevaldo Ferreira. Além de observar o comércio de animais,
Feira de Santana nasceu da feira. Configurada como entroncamento entre o Sertão e o Recôncavo, essa posição favoreceu a circulação e a comercialização do gado. A literatura sobre o tema, mostra que consolidação desse tipo de comércio levou a criação de espaços específicos para os animais e ajudou a dar uma cara a economia feirense.

Nas ruas, eleição segue sem graça

Semana que vem os brasileiros estarão defronte à urna eletrônica, depositando seu voto. Mas o clima pela cidade – pelas cidades, talvez seja melhor dizer – está distante do que já foi. Período eleitoral era festivo, muita gente, muito movimento, muita propaganda. Apenas semana passada os cartazes começaram a ser vistos com maior frequência. Vá
  “O Capitão Juracy Magalhães, que cercou todos os seus hóspedes das maiores atenções, forçado pela premência do tempo e pelo desejo de mostrar ao Chefe de Governo algo da Baía, estabeleceu um programa vasto e apertadíssimo. Num só dia tivemos de ir de barco a Cachoeira, daí a São Félix e seguindo imediatamente de

Vingt-un Rosado na Biblioteca Julieta Carteado

Foi sorte minha. Um dia, em Mossoró, procuro na Fundação Vingt-un Rosado, com Caio César Muniz, os volumes que me faltavam do diário de Seu Tião Gurgel e saio de lá com caixas e caixas de livros da Coleção Mossoroense que doei, em nome de Mossoró e da Fundação, às bibliotecas feirenses mais relevantes, entre

Ainda sobre os 193 Anos de Feira de Santana

Sem me importar com a agonia, Nem com o tal do vai e vem, Ou com a vida de alguém, Chego ali é com alegria, Para a ‘prosa’ do dia a dia, Onde se fala bem e mal, Tudo é muito natural, Me divirto assim de graça, Da Sombra Do Oiti Na Praça Vejo A

Migrações reforçam relevância de Feira

Amanhã a Feira de Santana completa 193 anos de emancipação política. Ao longo destes quase 200 anos, o lugarejo, remoto em seus primórdios, cresceu, tornou-se polo na pecuária, consolidou uma importante rede comercial em seu torno, industrializou-se nos anos 1960 e, hoje, ostenta a condição de 35º maior município brasileiro. O Censo 2022 do Instituto

As facções e a liberdade de imprensa

Em meados dos anos 1990 debutei no jornalismo policial no extinto Jornal Feira Hoje. Naquele tempo a cobertura se dava, sobretudo, nas ruas: era nelas que os fatos aconteciam e veículo de comunicação bem reputado precisava do flagrante fotográfico, da entrevista colhida no calor dos acontecimentos, dos detalhes que só a presença in loco oferecia.

Brasília sob sombras e a Feira tricolor

Sei que todas as atenções hoje (15) estão voltadas para a “sessão do século” no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Enlameada, boa parte da Corte dedica-se com método a uma feroz e inédita antropofagia. O excesso de holofotes por lá torna dispensável qualquer análise aqui da planície em direção ao Planalto Central. Então é melhor
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