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COLUNAS

Nove alunos do Colégio Coriolano  Carvalho, em Feira de Santana, fazem parte da Banda de Música da Filarmônica 25 de Março há três anos:

Isabelle,Júlia , Layane, Gabriel, Welton, João, Felipe, Raphael, Stanley e Weverton.

O ingresso deles se deu através da Escola de Música Maestro Estevam Moura. Nesse local são ensinados além da teoria musical e técnica instrumental, os valores filosóficos da instituição essenciais para a vivência no grupo.

Crianças e jovens têm a oportunidade de ingressar no mundo da música através de aulas regulares, totalmente gratuitas e abertas à comunidade. As aulas são realizadas três vezes na semana no horário das 17h30min às 19h30min no Centro Comunitário Ederval Fernandes Falcão, localizado na Rua Deraldo Alves Costa, 171, Paróquia Senhor dos Passos, bairro Baraúna”, explica o maestro Antonio Neves.

As matrículas também são realizadas neste centro comunitário.

Na última quinta-feira (20) o Colégio Estadual Coriolano Carvalho, que fica localizado no bairro sobradinho, recebeu a primeira edição do projeto Coreto Cultural, que consiste na realização de apresentações didáticas em escolas públicas pela Banda de Música da 25 de Março.

O projeto  tem o patrocínio da Belgo Bekaert Arames, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e é produzido pela Sociedade Filarmônica 25 de Março, realizado pelo projeto Favela é isso Aí, pela Secretaria Especial da Cultura, pelo Ministério da Cidadania e pelo Governo Federal

Diz a lenda urbana que anos depois de instaurada a República no Brasil, um dia “7 de setembro” caiu na segunda-feira, justo  o dia oficial da renomada feira da Feira de Santana dos Olhos D’água.

Ocorreu que as autoridades locais e o  povo ignoraram o patriotismo republicano e a feira livre foi uma das maiores e melhores daquele ano.

Os impulsos varejistas da Feira são incontroláveis.

Mas o Carnaval  de Salvador consegue desertificar por três dias (domingo, segunda e terça) todo comércio da cidade mais comercial da Bahia.

Feira se rende ao Carnaval e decreta feriado na terra da Micareta, o primeiro carnaval fora de época do Brasil,  em abril.

Micareta era o micareme,festa de influência francesa e que existia em muitas cidades brasileiras. Os feirenses a tornaram uma festa popular e inspirada no Carnaval de Salvador.

O esvaziamento da cidade é visível. A folia soteropolitana é irresistível e atrai não só o folião mas  a mão de obra do varejo de rua.

Pode-se dizer que boa parte  do comércio ambulante e  informal da cidade vai trabalhar em Salvador nesta época. Muito ambulante da Marechal foi  ganhar grana e não ficar parado. Emprego formal em Feira  cresceu abaixo da média nacional. O informal é o que dá o pirão dos meninos.

A cidade fica deserta.

O secretário de Cultura de Feira de Santana, jornalista Edson Borges, foi o centro das atenções no programa de Uziel Bueno e Léo Bala na Tv Bandeirantes, em Salvador, ao falar sobre a Micareta de Feira que acontece em abril.

Edson também anunciou mais uma atração de peso para a festa de Feira:.Alceu Valença.

A Prefeitura de Feira aproveita o Carnaval de Salvador para divulgar a Micareta de Feira. Boa estratégia.

Dona do trono. Nos 35 anos da Axé Music, a Rainha veio de branco, cor do Axé, cor de Oxalá! Veio vestida de RAINHA DO AXÉ, com figurino idealizado por ela mesma e sapatos de Pretinho Ferreira.

Com o tema Arte é Resistência, o balé da Rainha veio com mensagens nas roupas. Palavras como ARTE, RESISTÊNCIA, LIBERDADE, FRATERNIDADE, PODER, RESPEITO, AMOR e CORAGEM enfeitaram a avenida numa Carnavalesca Ocupação.

A estreia de Daniela no Carnaval foi com a já histórica Pipoca da Rainha, no circuito Barra-Ondina.

O carnaval de Daniela Mercury será todo inspirado em seu novo álbum PERFUME. Lançado em 10 de Janeiro, o novo trabalho traz alguns hits, como Confete e Serpentina que já é um grande sucesso na rua, sendo cantada em coro pela multidão que acompanhou o novo Triatro.

A Rainha recebeu a atração internacional I Koko. A dupla italiana El Niño e La Tia desembarca pela primeira vez no carnaval de Salvador.

O I Koko participou da faixa La Banda (A Banda), de Chico Buarque, regravada por Daniela no álbum PERFUME.

E são responsáveis também pela versão de Swing da Cor em inglês (Swing All The Colors), sucesso na novela da Rede Globo.
Daniela ainda celebrou os 30 anos do Projeto Axé, umas das ONGs mais importantes da Bahia, que já cuidou de mais de 30 mil pessoas nessas 3 décadas. Daniela recebeu no palco do Novo Triatro bailarinos do projeto Axé.

No percurso , Daniela encontrou e celebrou Gilberto Gil, na varanda do Expresso 2222. Ela cantou Rainha da Resistência para ele, que acompanhou com o punho em riste, num gesto de apoio à canção que fala do povo nordestino e celebra a arte como resistência.

Daniela, pelo segundo ano consecutivo, faz 5 dias de carnaval em Salvador, sendo que 3 deles são para o folião Pipoca.

Neste sábado a Rainha do Axé se apresentará no carnaval de Porto Seguro (sábado, 22 ) e no Carnaval de São Paulo (dia 1º de março – domingo pós carnaval).

O trio de Daniela virou uma atração à parte no Carnaval de Salvador. Desenhado pela arquiteta Camila Baptista, o novo Triatro tem 80 metros de palco só para Daniela e bailarinos, além de mais 60 metros de palco para a Banda.

É o maior palco do carnaval da Bahia, todo enfeitado com 100 metros quadrados de painéis de Led com belíssimas imagens do artista plástico J Cunha e ilustrações da designer Carol Zatti.

Fotos: Célia Santos

 

Quem esteve no Container Mall, nas últimas quintas-feiras, não imaginava que ia ouvir um grupo tão criterioso e cuidadoso com o seu repertório e com a maneira de viver a música brasileira.

A temporada ‘Container Instrumental’, promovida pelo referido espaço e pela Cervejaria Sertões, recebeu nas últimas semanas o grupo Tito Pereira Quarteto, um trabalho de música instrumental de Feira de Santana que traduz um pouco da riqueza cultural e da diversidade musical dessa cidade. 

“Baião Swingado”, “Mata Virgem” e “Alegria, esta que concorreu prêmios na Educadora FM e homônima ao último disco desse artista, foram algumas das canções gravadas pelo pianista Tito Pereira e que fizeram parte do repertório dedicado ao projeto Container Instrumental.

Além de composições autorais que mesclaram entre canções com voz e outras instrumentais, o artista tocou versões bastante conhecidas de variados compositores populares, a exemplo de Tom Jobim, Luiz Gonzaga, Edson Gomes, dentre outras referências que destacaram a diversidade musical desse grupo.

Para Tito Pereira, que participou, exclusivamente, das últimas cinco edições do Container Instrumental, o projeto despertou o interesse de um público não só familiarizado com a música instrumental, mas um público bastante diverso e atendo a novas experiências sonoras.

Ter um espaço com a diversidade de público, com a diversidade de culinária e bebidas num lugar só, e ter a oportunidade de fazer música instrumental, MPB, e as pessoas pararem para ouvir – umas estranham, outras aprendem e outras curtindo – faz a gente ficar muito feliz com o convite da Sertões e do Container”, destacou Pereira que além de possuir um trabalho reconhecido na Bahia é um dos artistas mais engajados no fomento da música instrumental em Feira de Santana.

O grupo Tito Pereira Quarteto conta com os músicos Felipe Azevedo na flauta transversal e sax, João Oliveira no contrabaixo e Robson Souza na bateria. O Container Mall e a Cervejaria Sertões ficam localizados na Avenida Maria Quitéria, número 2011, em frente à Faculdade Nobre – FAN.

Sempre a partir das 20 horas, aberta ao público.

Tito Pereira-Instrumentista cantor e compositor de Feira de Santana, já trabalhou com importantes nomes da música brasileira, como Xangai, Waldick Soriano e Geraldo Azevedo. Tem dois Cds lançados: “Ânima Trio” e “Alegria”. Atua também como produtor musical em vários projetos como o Festival Literário e Cultural de Feira de Santana – Feira do Livro (FLIFS), desde 2010, a Jam Na CUCA e o Jazz no MAC – Museu de Arte Contemporânea. Nesses projetos ajudou a trazer para palcos feirenses grandes nomes da música instrumental baiana, como o guitarrista Mou Brasil, o grupo Matita Perê, o Grupo Garagem, Joatan Nascimento, Marcelo Galter, Alexandre Montenegro, Borega e Ivan Huol. Iniciou em 2014 carreira solo, apresentando ao público composições instrumentais e cantadas, misturando gêneros musicais tipicamente brasileiros como o baião, com ritmos consagrados pelo mundo, como a salsa e o jazz. Participou de diversos festivais, como o Recôncavo Jazz Festival e o Bahia Jazz Festival em 2017 e o Feira Noise Festival em 2018. Em 2019 participou do projeto “Sons da Bahia” promovido pelo SESC de Feira de Santana.

Foto: Manoel  Sama   

A última tentativa de implantar estacionamento Zona Azul em Feira de Santana foi em 2017 quando a  Prefeitura de Feira revogou a licitação realizada naquele ano.

Em 2013 também foi anulada outra licitação de Zona Azul depois que todas as empresas foram inabilitadas pela Comissão de Licitações.

Na década de 1990 o sistema chegou a ser implantado mas por poucos meses, após serem detectadas corrupções da empresa concessionária.

Nesta sexta,21,  a Prefeitura publicou novo decreto regulamentando o sistema e anunciando para breve uma licitação para escolha do concessionário.

A concessão será deferida pelo prazo máximo de 10 anos, permitida a prorrogação por igual período ao definido no Termo de Concessão.

O decreto lista as ruas e avenidas onde serão implantadas as zonas. O estacionamento rotativa vai aumentar o fluxo de veículos no centro da cidade.

O novo Plano Diretor da cidade não prevê estacionamento rotativo mas estimula a iniciativa privada à construção de edifícios garagens no centro da cidade.

Leia o Diário Oficial clique aqui

O contrato faz menção a um suposto reconhecimento do instrumento pelo Ministério Público a fim de induzir o locatário ao erro, que, por não deter de conhecimento técnico, acaba por acreditar que as cláusulas são conformes à lei, quando, na verdade, violam diversos dispositivos legais”, adverte a Defensoria Pública em ação movida na Justiça em defesa dos ambulantes e camelôs do centro de Feira de Santana.

A Defensoria Pública da Bahia, em documento com 41 páginas, aponta diversas cláusulas do contrato de locação do Shopping Popular como “abusivas”, entre elas a que estabelece multas e determina a suspensão do fornecimento de água, gás e energia nos casos de inadimplência.

O documento lança mão do Código de Defesa do Consumidor para afirmar que é “absolutamente ilegal submeter a qualquer constrangimento ou ameaça, o inadimplente.”

Para os defensores “o projeto não atende ao interesse público, tampouco visa melhorar as condições de trabalho dos
ambulantes e camelôs de Feira de Santana ou promover políticas públicas fundadas na função socioambiental das cidades.”

Além de medida cautelar para impedir a expulsão dos ambulantes das ruas, a  ação pede à Justiça:

 IMEDIATA SUSPENSÃO de toda e qualquer IMPLEMENTAÇÃO/EXECUÇÃO do Projeto do Shopping Popular, e qualquer atividade a ele inerente, até que sejam adotadas todas as medidas para a sua regularização quanto à observância da
Constituição, leis federais e, sobretudo, até que sejam efetiva e regularmente implementados mecanismos de gestão democrática e controle social, promovendo a participação de camelôs e ambulantes de Feira de Santana no processo de requalificação do centro comercial da cidade.

Leia a ação completa:

Apenas seis vereadores, dos 21, estavam  na audiência pública na Camara de Vereadores para analisar o projeto de Parceria  Público-Privada (PPP) que objetiva a modernização e expansão do parque de iluminação pública de Feira de Santana.

Além do vereador que presidiu  a sessão, outros cinco  estiveram na audiência mas nem todos  ficaram até o final.

Prepostos do Banco Mundial e da Caixa explicitaram detalhes do projeto, quando foi acentuado que iluminação é decisiva para a qualidade de vida, impactando principalmente a segurança e o trânsito.

Foi tratado que o caminho da mudança é usar novas tecnologias, como as lâmpadas de LED, que trazem ganhos de eficiência de 40% a 60% e têm o dobro da vida útil, reduzindo o custo de troca e manutenção. Além disso, oferecem melhor qualidade de iluminação, com menor impacto ambiental.

O projeto prevê a concessão, por 13 anos, da operação e manutenção energética.

O custo da contrapartida do Município para a modernização do parque de iluminação pública está em R$ 260 milhões, sendo R$ 20 milhões mensais.

A sessão foi presidida pelo vereador Luís Augusto de Jesus. O secretário de Planejamento Carlos Brito representou o prefeito Colbert Martins Filho.

foto:Secom

“O Shopping Popular é, na realidade, um empreendimento que acirra o processo de gentrificação e privatização do espaço público, visando o enriquecimento de uma parcela específica da população feirense.”

A afirmação acima, em perfeito tom de denúncia,  está no texto da  Ação Civil Pública movida na Justiça pela Defensoria do Estado da Bahia em defesa do comércio informal de Feira de Santana frente à construção do ‘Shopping Popular” em área do Centro de Abastecimento.

O documento é uma peça jurídica com 41 páginas onde os dois defensores públicos – Júlia Baranski e João Lucas de Azevedo – descrevem a situação dos ambulantes, feirantes e camelôs desde a origem da cidade, até a construção do “shopping popular” com os aspectos considerados ilegais e injustos para com os trabalhadores do mercado informal.

Os defensores explicam o processo que chegou até este  momento – quando a Prefeitura e os proprietários do shopping começam a entregar ‘chaves’ dos boxes – embasados em jurisprudências, na história da formação de Feira de Santana e no direito constitucional à cidade.

A interpretação do direito à cidade deve ocorrer à luz da
garantia e da promoção dos direitos humanos, compreendendo os direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais”

“Ao longo da história da cidade de Feira de Santana, o comércio, principalmente aquele representado por feirantes, vendedores
ambulantes e camelôs, sempre foi forte no Município, desde a fundação da cidade, na Fazenda de Sant’Anna dos Olhos D’Água, até os dias atuais, colaborando inclusive para o seu fortalecimento econômico.” 

Na ação eles pedem à Justiça uma medida cautelar para “obrigar o
Município de Feira de Santana e demais requeridos a ABSTEREM-SE
DE PRATICAR QUAISQUER ATOS/CONDUTAS QUE VIOLEM O DIREITO À CIDADE E AO TRABALHO dos ambulantes e camelôs de Feira de Santana, os quais devem ser mantidos em seus atuais locais de trabalho até o julgamento definitivo da presente ação, suspendendo-se todo e qualquer ato que vise a realocação desta parcela da população.”.

 

Leia a Ação completa:

Depois de conversar com o ex-prefeito José Ronaldo dentro do carro,por duas horas, o deputado Targino Machado saiu falando  em “ganhar eleição“. Mas não a dele, e sim a do “grupo”.

Depois de deixar o ex-prefeito em casa, Targino estava “manso”:

“Em vez de a gente aprofundar as divisões a gente prefere juntar porque o objetivo de José Ronaldo é o mesmo que o meu: ganhar a eleição”, disse ao site Acorda Cidade.

E completou:

“A eleição deste ano é atípica. É a primeira vez em 20 anos que estamos vendo o grupo político que está no poder, com divisões”.

É como disse o filósofo citado pelo jornalista  Adilson Simas:

“a candidatura caiu do telhado” em duas horas de conversa.

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