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Laila Geovana Beirão
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Kareen Mendes

Jolivaldo Freitas

O sombrio outono dos brasileiros

Amanhã acaba o verão. Mais precisamente às 6h38, conforme indica consulta que fiz a um desses sites de previsão do tempo. Passei parte da estação ouvindo, à tarde, um sabiá magistral que se apresentava quando o crepúsculo começava a tingir o céu. Depois dele, vinham as cigarras, quando as cores do dia já tinham esmorecido

O consumidor e a máscara

Fui a uma loja de peças hoje, às 8:20h, em frente da Rodoviária de Feira. Dois vendedores estavam sentados atrás do balcão com as máscaras no pescoço. Assim que eu entrei um levantou sem a máscara na cara. À distância sinalizei para ele botar a máscara. Ele recuou um metro, sem a máscara e perguntou:

Feira alcança tristes marcas com a Covid-19

Vem se tornando comum ouvir as sirenes das ambulâncias nos finais de tarde na Feira de Santana. Quando a noite cai e o silêncio do toque de recolher prevalece – é um silêncio tenso, carregado de maus presságios – as sirenes tornam-se perfeitamente audíveis mesmo à distância. Se passam pelas cercanias, por breves instantes tingem

A esperança de chuva no dia de São José

A previsão do tempo no celular indica chuva na Feira de Santana na sexta-feira (19). Sei que estas previsões costumam enganar, mas é bom que chova na sexta-feira. Afinal, é o dia consagrado a São José no catolicismo. E, segundo a secular sabedoria sertaneja, quando chove nesta data é sinal de inverno bom, com safra

Sobre os nefastos horários de pico

Tem umas coisas hoje em dia que precisam ser modificadas em cidades e uma delas são os horários de picos. Quase todo mundo começa a trabalhar oito horas da manhã e termina às seis horas da tarde e isto faz que antes das oito e depois das dezoito haja concentrações de movimentações enormes de pessoas

Dona Raimunda, o bolsonavírus e outros vírus

“Meu filho!!!…”. Quando dona Raimunda puxa o ar, enche o peito de tal forma que os seios fartos sobem como se fossem vela-balão em veleiro peado ventos alísios na Baía de Todos os Santos, pode se preocupar que lá vem bomba e eu da varanda ao lado da sua casa me preparei para o pior
Tenho um carinho bem mais do que especial pelo dia 15 de março. Foi num 15 deste mês que atraquei em Aracaju. Era 1990 e eu tinha 29 anos. Cheguei numa quinta-feira de madrugada. Fazia um frio danado no Terminal Rodoviário Governador José Rollemberg Leite. Hoje, completam-se 31 anos. (Não sei se devo lembrar – mas

Encontrar Drummond

Minha admiração por Drummond já vinha de longe. No início dos anos 60 ouvira alguém declamar versos do “José” e não tive nenhuma dúvida: corri à livraria e comprei a Antologia Poética da Editora do Autor. Por certo que já lera aquele nome, mas não me encabulara; não fazia som. Isto é, não tinha o
Para escapar das incessantes notícias ruins, tenho buscado refúgio no céu. Não, não me converti a nenhuma fé barulhenta que pulula pelas esquinas, com sua gritaria desenfreada, seus deuses iracundos, seus acenos de prosperidade material. Dedico-me a algo mais bucólico: apreciar a noite feirense, com seus fiapos de nuvens, suas estrelas cintilantes, seu silêncio intuído,

Ciclistas na ponte redescoberta

Uma estrutura pesada de cimento, que seria uma ponte ferroviária e, segundo informações iniciais do jornalista Janio Rego, a ideia da ferrovia data do século 19. O grupo de Trilhas, não só de bike, pois já subiu diversas serras em cidades com distância média de 100km de Feira de Santana, chamado Boca da Onça, visitou
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