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Ato une camelôs e professores no centro da Feira

O centro da Feira de Santana foi palco hoje (22) de um protesto ímpar que uniu duas categorias com demandas bem diferentes: os professores da rede municipal, com seus salários cortados, e os camelôs e os ambulantes que estão para ser relocados para o shopping popular construído ali do lado do maltratado Centro de Abastecimento.
Um espectro sentou à mesa do pobre, tem duas pernas pontiagudas que ferem e podem ferir de morte, a fome: enquanto a inflação oficial, medida pelo IPCA, está dentro da meta, estabelecida pelos donos do Brasil, a inflação de alimentos bateu em 8,83%, um índice que se torna maior do que o aumento do salário

“…porém com todo defeito, te carrego no meu peito”

Cheguei a Feira de Santana em 1969. Naquele ano, pela primeira vez, o homem pisava na lua. Fato deveras impactante para o mundo e que levou Gilberto Gil em uma decepção poética a profetizar “… é chegada a hora de escrever e cantar talvez as derradeiras noites de luar”. Contrariando a licença poética de Gil,
A placa branca anuncia o suco a 6 reais: abacaxi, laranja, goiaba. Mas o sabor regional está é nos sucos de murici, bacuri, graviola, cupuaçu. A letra trêmula, rabiscada com pincel atômico, também anuncia tamarindo, cajá, maracujá. Logo do lado, o título “cardápio” se anuncia numa letra verde, ondulada, noutra tabuleta. Nela – os pratos

Márcio Punk e a saga dos vaqueiros da Feira

A placa é um exemplo em bronze de um estilo político: registra a presença do senador Antônio Carlos Magalhães (ACM), ‘Presidente do Congresso’ e omite o nome do Prefeito Municipal, na época Clailton Mascarenhas, que estava há pouco mais de um ano no cargo sucedendo o falecido prefeito José Falcão da Silva, eleito em 1996,

Feira ferve com remoção de camelôs do centro

Expirou ontem (15) o prazo dado pela prefeitura para os camelôs que trabalham nas ruas centrais da Feira de Santana se mudarem para o festejado shopping popular, erguido ali na área do maltratado Centro de Abastecimento. Mas, hoje, ninguém fez a mudança: estava todo mundo lá no calçadão da Sales Barbosa, na avenida Senhor dos
O dia de segunda-feira em nossa casa era bem movimentado. Logo cedo, chegava o meu tio Antônio – Tonho para os mais chegados – irmão da minha mãe. Fazendeiro e pecuarista no vizinho município de Tanquinho, vinha fechar negócio no Campo do Gado, ainda hoje importante entreposto comercial de pecuária em Feira de Santana. Tio

Mudanças climáticas na Feira

Choveu na noite de domingo aqui na Feira de Santana. Lá fora, via-se a poeira d’água, esbranquiçada, diluindo o centro da cidade mergulhado nas sombras e no silêncio. Nuvens sanguíneas se espalhavam pelo céu. Mas houve sol de primavera ao longo do dia. E também choveu algumas vezes. Uma luminosidade baça prevaleceu durante as precipitações.

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