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Laila Geovana Beirão
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Com Zé Coió e Regi no Casarão

E aconteceu de novo, ontem: quando passo o portão lembro da primeira vez entrando no Casarão, com Zé Coió e Reginaldo Pereira para entrevistar Eduardo Fróes da Mota que nos esperava no topo da escada. As palavras, os cumprimentos, o que atraiu minha atenção naquele momento já escaparam ao domínio da memória. Ontem não havia
Encontrei-o  no Paço, Zé Ronaldo e os pastores sentados na mesa U do salão, ele nas cadeiras provisórias encostadas na parede ao lado. Discreto. Só o percebi pelo  barulho silencioso de Mário Borges que passou mexendo com todos. Imediatamente fui sentar perto. Puxei aquelas conversas,  o oitavo mandato que ele está assumindo, três através da
Em texto anterior tratou-se, neste espaço, da situação da mulher no mercado de trabalho na Feira de Santana. As informações apresentadas foram do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Retoma-se o tema, abordando novas informações do rico acervo levantado pela instituição, que está acessível à população e, sobretudo, àqueles que
O show de samba-de-roda da Quixabeira da Matinha, deu o tom espontâneo ao lançamento, solene, do 19° Festival Literário de Feira, no Centro Cultural do Sesc, ontem à noite. Após um cansativo cerimonial com  dezenas de discursos repetitivos no Teatro, a platéia se mudou para outro espaço e quase toda caiu na levada do samba

Clementino para Prefeito

Clementino da Silva para Prefeito de Feira. Nesse tempo ele vendia balas e doces ao lado da Secretaria do Bispado. Luiz Tito chegou com essa conversa. Uma pessoa da roda pareceu confirmar num aceno afirmativo de cabeça, outro escutou, Clementino? conheço, aquele, já comprei bala lá nele, com poucos minutos até o garçom, que bebia
Há décadas se comenta, no Brasil, sobre o acesso desigual de mulheres ao mercado de trabalho. Na média, elas possuem maior escolaridade, mas ganham menos que os homens e costumam estar menos presentes em funções de chefia e em cargos mais prestigiosos. A realidade que se verifica em nível de País também está presente na

A Seleção Nutella

Acabou! Já era! O Brasil é mesmo um país de era uma vez. Era uma vez um país que exportava futebol como quem exportava commodities. O drible era identidade nacional, a ginga era DNA, a parceria o animava. Tinha-se a nítida impressão de que nossos pés nasciam com uma bola de couro grudada. Ou seria

Trigo de fake news

Após ouvir um radiofônico de alcance da cidade embarcar em declarações de “pauta livre” da população sobre um possível ‘queijo suíço’ que havia se transformado “toda a extensão” da avenida Iguatemi, e a Prefeitura responder ao caso isolado fruto da ação de descarte irregular de água servida sobre o asfalto por alguns moradores alertando para

Zé Curuca e Lourenço do Ovo da Ema

A ema gemeu. Na bandeira criada por Câmara Cascudo não há a Ema como símbolo do Rio Grande do Norte. Mas no brasão e símbolos feitos pelos holandeses havia a figura da ave corredora, ligeira,representando a agilidade dos indígenas tapuios, dos quais eram aliados, e com a imagem homenagearam o cacique Janduí de quem exaltavam

Feira das ruas 

Hoje na praça da Matriz vi um homem vendendo taboca e chamando freguês com matraca. Na minha infância em Mossoró era cavaco-chinês embora não houvesse um só asiático na cidade. Não é comum de se ver, mas não é raro avistar uma dessas figuras do século passado pela Feira. Tem de tudo que é Nordeste,
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