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Laila Geovana Beirão

Daniel Rego

Sempre me inquieta o baixo aproveitamento das oportunidades de investimento no município de Feira de Santana. Uma cidade que nasceu como passagem de tropeiros, que possui uma tradição de vaqueiros, de um Campo do Gado vicejante. Aterrorizante não explorarmos nada de turismo, e olha que estamos localizados a 110 km de Salvador, a 40 km

E forró

Provavelmente mudou um pouco, não é tão Israel e Gaza, mas o conflito do morador urbanizado com a árvore ainda faz muitas vítimas para o nível de consciência ambiental que vemos, e propagandeamos, nas escolas, nos poderes, na boca das autoridades e da linguagem oficial do bom conviver e habitar. Mas, na prática, nossas ruas

Menos coturno, mais Machado de Assis

Vejo no noticiário que Machado de Assis – o maior dos escritores brasileiros – está ingressando numa nova onda de reconhecimento lá fora. Por aqui, depois que lhe grudaram o rótulo de chato, ultrapassado e antiquado, o autor de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” vive meio esquecido. Anos atrás, surgiu até a ideia de arranjar

Barreiras, eu gosto muitão de você!

Janio Rego e demais amigos e amigas . Sou doido de amor , por Feira , onde eu nasci , lá na Pracinha 2 de Julho . Cresci e fui muito feliz , na Barroquinha e na Rua de Aurora . Convivi com pessoas maravilhosas e conservo afetos que o tempo e distância não apagaram

A hora e a vez das bets

Anos atrás fiz um texto sobre o hábito de apostar aqui na Feira de Santana. Creio que foi em 2017, por aí. Antes, portanto, da ampla liberação dos sites de apostas esportivas aqui no Brasil. O texto abordava desde as loterias regulamentadas até o jogo do bicho, passando pelas rifas – aquelas de papel –

Coisa bonita é gentileza

Coisa bonita é gentileza! E quando vem em forma de arte mais linda fica! Hoje participei de uma defesa de mestrado de @_alineoliveiira , sob a orientação de @claudio.c.novaes . Coube a mim e ao colega @clovisramaiana prosear com a jovem professora lá de Capim Grosso sobre a obra de Eurico Alves Boaventura, meu conterrâneo,
Revólveres calibres 22 e 32, espingardas, às vezes até pistolas artesanais. Não faltavam armas enferrujadas. Os mais equipados iam de revólveres calibre 38 e escopetas calibre 12. Fuzis e metralhadoras era raros. Quando apareciam, era em assaltos a bancos ou a carros-fortes. Até meados dos anos 1990, era mais ou menos esse o arsenal da

Sem cloroquinas ambientais

O desastre climático no Rio Grande do Sul colocou a extrema-direita, momentaneamente, na defensiva. Jair Bolsonaro, o “mito”, por exemplo, lançou algumas de suas costumeiras atrocidades – nem é preciso dizer que, sequer, se solidarizou com as vítimas – e, depois, resolveu ficar doentinho, internando-se num dos hospitais preferidos dos ricaços em São Paulo. Aqui
Recebi há pouco a notícia que o amigo, Professor Carlos Novaes, fez sua passagem para o Grande Mistério hoje. Amigo de minha família há muitos anos, chegou ao nosso convívio através do primo Augusto Cesar Freitas . Esse carioca vive em Feira desde que veio compor o curso de Engenharia Civil da UEFS. Depois de
“Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!/Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil./Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!/Ninguém segura a juventude do Brasil” (Eu te amo meu Brasil, de Dom) Naquele início de 1974, com trilha sonora da banda Os Incríveis e da dupla Dom & Ravel, o regime militar ainda
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