×

Colunistas

Jânio Rêgo

Mwanene

André Pomponet

Antonio Rosevaldo

Jolivaldo Freitas

Laila Geovana Beirão
Últimos posts por Laila Geovana Beirão (exibir todos)

Nas ruas, eleição segue sem graça

Semana que vem os brasileiros estarão defronte à urna eletrônica, depositando seu voto. Mas o clima pela cidade – pelas cidades, talvez seja melhor dizer – está distante do que já foi. Período eleitoral era festivo, muita gente, muito movimento, muita propaganda. Apenas semana passada os cartazes começaram a ser vistos com maior frequência. Vá
  “O Capitão Juracy Magalhães, que cercou todos os seus hóspedes das maiores atenções, forçado pela premência do tempo e pelo desejo de mostrar ao Chefe de Governo algo da Baía, estabeleceu um programa vasto e apertadíssimo. Num só dia tivemos de ir de barco a Cachoeira, daí a São Félix e seguindo imediatamente de

Vingt-un Rosado na Biblioteca Julieta Carteado

Foi sorte minha. Um dia, em Mossoró, procuro na Fundação Vingt-un Rosado, com Caio César Muniz, os volumes que me faltavam do diário de Seu Tião Gurgel e saio de lá com caixas e caixas de livros da Coleção Mossoroense que doei, em nome de Mossoró e da Fundação, às bibliotecas feirenses mais relevantes, entre

Ainda sobre os 193 Anos de Feira de Santana

Sem me importar com a agonia, Nem com o tal do vai e vem, Ou com a vida de alguém, Chego ali é com alegria, Para a ‘prosa’ do dia a dia, Onde se fala bem e mal, Tudo é muito natural, Me divirto assim de graça, Da Sombra Do Oiti Na Praça Vejo A

Migrações reforçam relevância de Feira

Amanhã a Feira de Santana completa 193 anos de emancipação política. Ao longo destes quase 200 anos, o lugarejo, remoto em seus primórdios, cresceu, tornou-se polo na pecuária, consolidou uma importante rede comercial em seu torno, industrializou-se nos anos 1960 e, hoje, ostenta a condição de 35º maior município brasileiro. O Censo 2022 do Instituto

As facções e a liberdade de imprensa

Em meados dos anos 1990 debutei no jornalismo policial no extinto Jornal Feira Hoje. Naquele tempo a cobertura se dava, sobretudo, nas ruas: era nelas que os fatos aconteciam e veículo de comunicação bem reputado precisava do flagrante fotográfico, da entrevista colhida no calor dos acontecimentos, dos detalhes que só a presença in loco oferecia.

Brasília sob sombras e a Feira tricolor

Sei que todas as atenções hoje (15) estão voltadas para a “sessão do século” no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Enlameada, boa parte da Corte dedica-se com método a uma feroz e inédita antropofagia. O excesso de holofotes por lá torna dispensável qualquer análise aqui da planície em direção ao Planalto Central. Então é melhor
As vans para Antônio Cardoso estacionam em torno do Coreto da Matriz. A cena, mudados os elementos da modernidade, é  tão antiga quanto a cidade. Somos uma grande província, me diz um amigo, ele achando ruim, eu achando bom e saudável. Pois bem. Aquela está de porta aberta, os passageiros cheios de sacolas já sentados,
O leitor tem em mãos o primeiro volume do DinaMar: Cadernos Maranhenses de Dinâmicas Internacionais, publicado pelo Laboratório de Análise de Conjuntura e Relações Internacionais – LACRI. O LACRI, por sua vez, é uma das atividades desenvolvidas no âmbito da disciplina Atividades Simuladas, proposta inovadora do curso de Relações Internacionais da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) que visa
Para as tristezas da vida, Trabalho é o grande remédio. Quem com tédio mata o tempo, O tempo mata de tédio. Essa quadra é atribuída a Cristovam Barreto por Chico Xavier em um livro, de 1960, somente com poemas psicografados de diversos autores. No Museu do Ipiranga, em São Paulo, há peças arqueológicas brasileiras adquiridas
TOP
Blog da Feira