Nos últimos tempos é comum a mistura de política e religião, aqui no Brasil e mundo afora. Espertalhões fantasiados de líderes religiosos agadanham acólitos, conjuram transações tenebrosas escudados pelo histriônico discurso da fé e, cada vez mais, abocanham nacos crescentes de poder, tornando-se figurões nas repúblicas, mandando e desmandando. Nesta bandalheira, Jesus Cristo, coitado, é