Meu querido amigo Jânio Rego,.

Vamos então mudar o enfoque e o foco.Deixemos momentaneamente os quadros do acervo do povo de Feira, escondidos em algum desvão da incompetência e do descaso da UEFS.

E finalizo com uma complementação: alguns educadores empunharam a defesa da cultura e das artes aqui em Feira, notadamente aqueles que sempre pleiteiam cargos.

Tanto na política partidária, quanto nas instituições de ensino, sejam universidades, estabelecimentos de ensino, conselhos de cultura, orgãos públicos etc.

Mas pouquíssimos foram os que, quando chegaram nestes cargos, cumpriram as “promessas”.

Me lembro apenas de dois educadores que fizeram algo relevante. E, ressalto, estes dois exemplos, não usavam a cultura como plataforma de propaganda. Pelo contrário foram muito discretos.

A Prof. Iara Cunha Pires, quando reitora, fez algumas ações relevantes, tanto na música popular como nas artes plásticas, o DVU(dep. de vida Universitária) foi muito atuante no reitorado da Prof. Iara.

O prof. José Raimundo Azevedo, restaurou e botou pra funcionar o auditório/teatro do Colégio Monteiro Lobato, Criou, implantou e botou pra funcionar o MAC – Museu de arte Contemporânea Raimundo Oliveira: além de muitas pequenas ações pontuais.

Estes dois educadores serão sempre lembrados por estas iniciativas. Os demais, apenas usaram o discurso da cultura como retórica, para conseguir os seus objetivos pessoais.

Joaquim Franco /facebook