tratoresO Movimento Unificado (MU) que ocupou o canteiro central da avenida Maria Quitéria, em Feira de Santana,  impedindo o avanço das obras do BRT enquanto haviam pendências judiciais em curso, lançou hoje um Manifesto sobre os 52 Dias de Resistência ‘popular e autônoma’.

O Manifesto faz um relato sobre a ‘madrugada de segunda-feira, 26 de outubro, quinquagésimo segundo dia de resistência” quando por  volta das 4:20 da manhã a ocupação foi despertada por guardas municipais e seguranças privados que a expulsou. E conclui:

A luta combativa contra o o BRT, os cinquenta e dois dias de resistência popular e autônoma, o protagonismo da juventude pobre e periférica, a ação direta como método fundamental, a dinâmica permanente de formação e cultura, a afirmação intransigente de independência frentes aos partidos políticos e oportunistas de toda espécie, o rechaço contra todas as tentativas de tutelar nossa ocupação, é o exemplo que confirma a certeza de nosso caminho e vocação.

Somos a Feira de Santana rebelde e libertária. A resistência payayá ao colonizador branco, a rebelião de Lucas contra a escravidão, a ousadia de Maria Quitéria na guerra de independência, a rebeldia de George Américo nas ocupações de terra, a coragem de Luís Antônio Santa Bárbara contra a Ditadura.

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