Maria Romana saiu da casa da mãe, no Sítio Novo, em uma noite de Natal, para perambular com Lucas pelos arredores da Feira toda, e se amaram como dois animais, em esconderijos cada vez mais devassados.

Era uma jovem com covinhas nas faces e no queixo. Foi o último amor do quilombola e com ela viveu os últimos dias antes de perder a liberdade.