A enorme sombra formada pelas duas ‘falsas-seringueiras’ da praça do Lambe Lambe, no centro de Feira de Santana, é usada, todos os dias, como uma espécie de púlpito improvisado para pastores e pregadores evangélicos e local de descanso e relaxamento de comerciários e trabalhadores do centro em horários livres.
Sem receber os cuidados e as podas necessárias a árvores urbanas desse porte, as duas cresceram demasiadamente (os galhos chegam a atingir o teto do abrigo da praça) e se tornaram uma ameaça à integridade física de quem passa por ali, com a queda de galhos apodrecidos que, muitas vezes, pesam algumas arrobas.

A Prefeitura de Feira de Santana há alguns meses, recebeu reclamações de religiosos que frequentam o local. A Secretaria de Meio Ambiente e o Departamento de Parques e Jardins foram oficialmente comunicados do problema mas nenhuma medida foi tomada.
Com as chuvas a situação piorou, pois a queda dos galhos se intensificou. Há informações no local de que pelo menos uma pessoa já foi atingida.
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