A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil segue monitorando, desde o final da tarde de quinta-feira (20), os impactos causados pelas chuvas que atingiram Feira de Santana. O coordenador da Defesa Civil, Antônio José do Rosário, afirma que muitos dos pontos de alagamento são agravados pelo descarte irregular de resíduos. “A Prefeitura realiza limpeza de canais durante praticamente todo o ano. Esse trabalho ajuda bastante no escoamento da água, mas a quantidade de lixo jogado diariamente pela população continua dificultando o fluxo natural das águas”. A Defesa Civil monitora, em média, mais de 50 pontos de acúmulo de água na cidade.
Um dos locais visitados foi a região do final do Jardim Cruzeiro, onde o volume de lixo acumulado obstruiu o canal, fazendo com que a água subisse rapidamente. A equipe também esteve no bairro Baraúnas, que registrou acúmulo significativo de água, invadindo alguns imóveis, especialmente nas ruas Petronílio Pinto, Riachuelo e vias próximas.
Outro ponto atendido foi o túnel Divaldo Franco, na Avenida Maria Quitéria, onde houve o desprendimento de placas de proteção lateral. A área foi interditada com apoio da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), enquanto equipes da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) realizaram a substituição das estruturas danificadas.
No bairro Fraternidade, houve registro de acúmulo de água nas ruas Adriano Araújo, Conselheiro Pena e Contendas do Sincorá. Segundo a Defesa Civil, apesar do volume, não foram registradas ocorrências graves, e o escoamento ocorreu de forma natural ao longo da manhã.
A comunidade também fez diversas solicitações diretas ao órgão, incluindo registros no bairro Gabriela, apontado como área de atenção recorrente durante períodos chuvosos.
A Defesa Civil continua em alerta e pede que moradores informem qualquer situação de risco pelo aplicativo e telefone Fala Feira 156

