O senador baiano Jaques Wagner entrou numa ‘saua justa’ ao admitir que fez um “acordo de procedimento”, segundo ele, para que o texto da dosimetria para os golpistas, e de lambuja assassinos e estrupadores, avançasse. Ele admitiu que fez isso sem consultar o presidente ou a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais). Segundo ele, não foi tratado do mérito do texto. Nas redes sociais e na imprensa tradicional, o senador baiano sofre duras críticas e é chamado de “traidor”. Na críticas, também foi lembrado o posicionamento dúbio de Wagner em relação ao genocídio perpetrado pelo Governo de Israel em Gaza.

