O mês de janeiro traz um alerta importante e necessário: a atenção à saúde mental. Em Feira de Santana, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, assegura assistência contínua à população por meio de uma rede estruturada que envolve tanto serviços especializados quanto a Atenção Primária à Saúde, garantindo cuidado integral e humanizado às pessoas que vivenciam transtornos mentais.
Atualmente, o município dispõe de cinco Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que atendem crianças, jovens e adultos, além de oito residências terapêuticas e um ambulatório de saúde mental. Juntos, esses equipamentos são responsáveis pelo acompanhamento de cerca de 45 mil pessoas. Deste total, 47 usuários vivem em residências terapêuticas, espaços voltados à promoção da autonomia e da convivência comunitária.
O coordenador de Saúde Mental do município, Joadson Andrade, destaca que o cuidado com a saúde mental é uma política permanente da gestão municipal. “A assistência às pessoas em sofrimento psíquico é garantida durante todo o ano. O Janeiro Branco é representado por um movimento, sobretudo dos serviços de saúde, com objetivo de conscientizar a população sobre a saúde mental. E incentivar pessoas, a procurar ajuda, quando necessário”, afirma.
Ele explica ainda que, além dos Caps — que são os serviços especializados da rede —, as unidades de urgência e emergência do município estão aptas a acolher situações que demandam atendimento imediato. “Casos de ansiedade intensa e outros quadros agudos também são atendidos nesses serviços, assegurando acolhimento e encaminhamento adequados”, pontua.
Segundo o coordenador, as unidades da Atenção Primária à Saúde também exercem papel essencial nesse processo.
“A rede municipal de atenção à saúde mental, bem como a atenção primária, têm investido cotidianamente em ações educativas, a população, com objetivo de esclarecer sobre a importância de ações que visem o bem estar, e promoção a qualidade de vida. Além do acompanhamento de pessoas que sofrem com transtornos mentais, e seus familiares. Atualmente cerca de 12 mil pessoas estão em acompanhamento na rede especializada”, acrescenta.

