Quando Wagner Moura foi premiado no Festival de Cannes, em julho do ano passado, o jornalista feirense Batista Cruz, natural de Rodelas, conterrâneo dele, lembrou que a “gênese” daquele acontecimento está lá em Rodelas, na Companhia de Teatro GuterChaplinRodelas, fundada por Rangel Amaral, onde o hoje consagrado ator internacional fez as suas primeiras interpretações “nos dramas, como se dizia antigamente no sertão”.
Em artigo publicado aqui no BF, o jornalista, que trabalha na Secretaria de Municipal de Comunicação, lembra outra memória ainda mais peculiar, sobre o rodelopolitano:
De quando em vez Wagner fala das suas origens rodelenses. Dia desses, vi uma entrevista dele no Youtube – antiga, acredito, onde ele mostra uma tatuagem de um fícus em um dos braços, feita em homenagem a uma árvore que existia à frente da casa de Teodomiro, do outro lado da rua onde ficava a casa do avô dele, Ademar de Zeca, a cidade que foi inundada pelo lago da barragem de Itaparica no final dos anos 80.
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