Hoje, no Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, a jornalista Dandara Barreto trouxe à público “O candomblé no banco dos réus”, pesquisa do historiador feirense Josivaldo Pires (Bel Pires). A pesquisa expõe como o racismo estrutural e a intolerância religiosa foram institucionalizados pelo Estado e pelo Judiciário.
O estudo investiga processos judiciais e registros históricos que revelam como o candomblé foi criminalizado, perseguido e tratado como crime ao longo do século XX.
Entre os casos está o de Jardelina, menina negra de 7 anos, cuja morte foi usada para reforçar preconceitos e condenar práticas religiosas de matriz africana. Assista o documentário:

