O Colégio Quilombola da Matinha, distrito de Feira de Santana, não enfrentou percalços na construção física e foi construída em um tempo relâmpago de um ano.
Mas agora para funcionar a engrenagem da Educação não conseguiu ainda fazer o Colégio cumprir sua missão de agregar estudantes e começar as aulas normalmente: não há ainda um corpo docente definido, não há informação oficial sobre os matriculados, e ao que tudo indica, também não foi elaborado o Plano Pedagógico Quilombola, razão de ser da unidade.
O Colégio, uma construção padrão da SEC, está aberto à visitação da comunidade e estudantes. E até já foi nomeada a diretora, a professora Quilombola , Ritali Rabelo, nascida na comunidade de Candeal II.
O Governo do Estado investiu aproximadamente R$ 22 milhões na construção do espaço, que conta com: 10 salas, 2 laboratórios, sala multifuncional, biblioteca, sala de grêmio, setor administrativo, pátio coberto, restaurante estudantil (200 lugares), teatro (200 lugares), vestiário, quadra poliesportiva coberta, campo de futebol society com pista de atletismo, guarita e subestação.
