Embora o Aeroporto de Feira tenha entrado este ano na “carteira de projetos” do Ministério dos Portos e Aeroportos, o governo federal está impedido de fazer investimentos no equipamento que foi cedido pela Uniao ao Estado que fez uma PPP (concessão ) a uma empresa privada. O modelo contratual adotado no Aeroporto de Feira nao foi o com aporte inicial (expansão da pista primeiro para depois fazer a PPP) e nem faz parte do bloco de aeroportos como o de Salvador e Ilhéus.
Para que os investimentos federais aconteçam é preciso anular a concessão, que ainda está no prazo legal (25 anos). Em 2023, uma inspeção da Agerba deu início a um processo administrativo para anular a concessão a uma Sociedade Anônima que administra o Aeroporto. Naquele ano, a empresa recusou-se a mostrar ao Estado os documentos contábeis fiscais relativos à administração do equipamento.

