No hall da CDL de Feira, no lugar onde foi um ‘jardim de inverno’, tem uma interessante exposição com máquinas utilizadas no comércio, além de fotos antigas: registradoras, de ponto, calculadoras, máquinas datilográficas, todos, instrumentos de trabalho de profissionais contábeis e administrativos. Além desse “memorial do comércio” com antigos instrumentos, há outra galeria com obras, com exceção do quadro de Raimundo de Oliveira, todas originais, de renomados artistas plásticos feirenses. Uma pinacoteca. Sem contar que as pessoas que chegam são recepcionadas por pessoas trabalhando na frente de um grande painel de Juraci Dórea, que também está presente lá dentro. Ir a um evento na CDL de Feira é ir também a um museu e uma galeria de arte específicos e peculiares. Pena que a maioria dos que vão, não entende aquele amontoado de “máquinas velhas” nem aqueles “desenhos no corredor”. Pena que não seja um lugar de visitação pública pois isso demandaria um custo de manutenção cultural do qual a maioria dos comerciantes (e dirigentes) foge como o diabo da cruz. E não é a função da CDL ser ponto turístico. Se nem à UEFS interessa a popularização do Museu de Arte Regional, porque a CDL quereria? Dia 30 vou rever a galeria e o memorial. Se houver, por lá, mais alguma coisa interessante além dos quadros e as máquinas, eu reportarei, que é minha função, além de opinar.
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