Acessível na internet desde as 8 horas da manhã de hoje (sexta,17), o “Feirenses”, site de jornalismo, que estava inativo há alguns anos, faz a reestréia com uma profunda reportagem da jornalista Dandara Barreto sobre um dos maiores símbolos da diversidade e criatividade comercial da Feira de Santana: o Feiraguay.
Na noite de ontem (quinta, 16)eira, Dandara Barreto e o fundador do site, Danillo Ferreira, deram boas vindas a leitores e leitoras, numa comemoração pelo retorno do veículo de comunicação. Jornalistas, publicitários, autoridades estaduais e municipais, artistas de todos os segmentos e estilos estiveram no Museu de Arte Contemporânea ‘Raimundo de Oliveira’.
O evento do novo site atraiu ao Museu de Arte Contemporânea de Feira, tribos, aldeias, guetos, quilombos e até um grande “cacique” da publicidade baiana, Moacir Mansur. Foi prestigiar o relançamento do veículo de comunicação e abraçar Maryzelia, que animou a noite com muito “samba e simpatia”, como diz o jornalista Elsimar Pondé.

Muita gente do samba. Danillo é também um dos fundadores do Unidos Pelo Samba, um movimento que cresce acelerado na cena do divertimento.

O vice-prefeito de Feira, Pablo Roberto, circulou descontraído e com espontaneidade no ambiente do MAC. Haviam também mais autoridades na área da Cultura e Educação. Larissa Santana, diretora dos Espaços Estaduais de Cultura, entrou samba comemorando a volta do Feirenses.
FEIRAGUAY: DA INFORMALIDADE AO SÍMBOLO ECONÔMICO DE FEIRA DE SANTANA
por
DANDARA BARRETO
O Feiraguay, um dos maiores centros de comércio popular do Nordeste, nasceu da informalidade, atravessou conflitos com o poder público, enfrentou estigmas ligados à ilegalidade e se consolidou como um dos principais motores econômicos de Feira de Santana. A história do entreposto revela muito mais do que a evolução de um espaço comercial. Expõe disputas urbanas, estratégias de sobrevivência e a reinvenção constante de uma cidade.
A origem do Feiraguay remonta ao final da década de 1970, quando vendedores ambulantes ocupavam a Praça da Bandeira, no centro da cidade. O comércio era informal, formado por barracas improvisadas e mercadorias diversas, em um cenário marcado pela ausência de regulamentação.
Esse movimento dialogava com a tradição feirense de comércio popular, herdada da antiga feira livre que ajudou a formar a identidade econômica da cidade. Com o crescimento do número de ambulantes, surgiram conflitos com lojistas formais e com o poder público, sobretudo pela ocupação desordenada do espaço urbano.
LEIA A REPORTAGEM COMPLETA, ACESSE “FEIRENSES“:



