O presidente da Sociedade Filarmônica Vitória era o advogado e político Celso Daltro. A última eleição ele convocou pelo jornal Folha do Estado de dezembro de 2023 (foto). Com o falecimento de Celso, em outubro do ano passado, não há um representante, uma pessoa física pública, da Filarmônica a não ser o escritório de advocacia que encaminhou um processo que resultou no despejo judicial ou reintegração de posse do prédio da Filarmônica, no centro antigo da Feira. Os irmãos Caribé, filhos do histórico barbeiro e músico Tuíta, entregaram os “pontos comerciais” e o prédio está isolado por tabiques.
O movimento pela expulsão dos irmãos ‘Caribé’ – a ótica e o salão de festas – foi iniciado pelo advogado e político Celso Daltro, que era legalmente o presidente da Sociedade.

Com a morte de Celso, em outubro do ano passado, o cargo de presidente deve ter sido assumido pelo vice mas não conseguimos informações sobre essa sucessão. Os advogados que representam a Filarmônica no processo judicial não respondem e familiares de Celso afirmam não saber quem é.
A saída dos Caribé não resolve o problema de manutenção do prédio que corre o risco de ficar como o da outra filarmônica, a 25 de Março, a menos de 100 metros. A Filarmônica 25 pelo menos é visivel, mas a diretoria da Vitória é “fantasma”.



