A ideia de um Museu no Paço Municipal renasce com a desapropriação, pela Prefeitura de Feira, da área do Caroá. Não da maneira como foi utilizada pelos que defendiam a saída da Administração Pública para longe do centro da cidade. A ideia agora, rapidamente pontuada pelo secretário Carlos Brito em conversa informal com jornalistas, é de retirar do primeiro pavimento todas as repartições que lá funcionam, com divisórias e equipamentos, e torná-lo um espaço especial a ser utilizado em momentos solenes, exposições e mostras relevantes para a cultura local.No primeiro pavimento, e com essa característica especial, está o chamado “Salão Nobre”.
Uma rápida consulta da para perceber como é complexa a instalação de um equipamento com esse formato em um prédio centenario como o Paço. Claro que não é um projeto para estar pronto nos próximos dois anos mas que até lá pelo menos esteja esboçado com a contribuição da comunidade e de conselheiros técnicos.
Editais federais, leis de incentivos culturais, emendas parlamentares, recursos de todas essas esferas estão disponíveis para iniciativas como essa. O capital mais volátil, nesses casos, é apenas o da “vontade política”. Mas é esse que decide, na maioria dos casos
foto: Salão Nobre do Paço Municipal Maria Quitéria



