O governador Jerônimo Rodrigues manteve a coerência e mesmo os violentos taques à sua gestão, pelo prefeito de Feira de Santana, respondeu a Zé Ronaldo afirmando:
“Aproveito para reafirmar a minha oferta. Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia e a maior do interior, com cerca de 700 mil habitantes, não tem um hospital municipal. Coloco-me à disposição do prefeito e da população para apoiar a construção da unidade, o custeio e a aquisição de equipamentos. Tenho interesse em colaborar, mas é preciso que o município apresente o projeto e a modelagem financeira”, afirmou.
O governador foi chamado de “mau gestor* que “assina papéis que não dão em nada” e que o prefeito tem “dificuldades” em saber qual a foi a obra do governo Jerônimo em Feira. “É uma gestão fracassada”, atirou o prefeito, hoje pela manhã em programa de rádio matutino em Feira.
Jerônimo listou uma série de intervenções em andamento ou já concluídas em Feira de Santana, entre elas as novas sedes do Comando de Policiamento da Região Leste e do Batalhão Tático, novos leitos de UTI, o Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), o Centro de Convenções de Feira de Santana, o Centro de Convenções da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), a requalificação do Centro de Cultura Amélia Amorim e a reforma de escolas estadual.
E destacou que o município está recebendo o primeiro hospital de Câncer do interior da Bahia, o Hospital Dom Pedro. “Juntamos empresários, deputados, vereadores e todas as forças de Feira. A obra já está em andamento e vai facilitar o tratamento de quem mora no interior“, afirmou.
“Nada mudará no meu carinho, nos meus investimentos e no meu trabalho em Feira de Santana por não ter a parceria do prefeito. Manterei o Estado presente na cidade”, declarou.

