A construção do Hospital Municipal de Feira tem um prazo de 20 meses, portanto em 2028, para começar a funcionar, segundo revelou um dos executivos do Consórcio ganhador do pregão na Bolsa de Valores de São Paulo para a implementação do projeto, presentes à solenidade que a Prefeitura de Feira realizou nesta segunda-feira, pela manhã, para a assinatura do contrato e “início da obra”.
Dois executivos do Consórcio foram convidados ao microfone e falaram sobre as experiências empresariais no segmento, com destaque para o Hospital Couto Maia, em Salvador. Foi citado o Cleriston 2, o hospital de Alagoinhas, de Valença, Paulo Afonso, e outros hospitais construídos ou em construção,que têm a participação direta de empresas consorciadas ganhadoras do pregão.
Antes do prefeito Zé Ronaldo falou o presidente da Câmara, vereador Marcos Lima que leu um discurso por escrito. Elencou a participação da Câmara na elaboração das políticas públicas de Saúde e enfatizou a importância de um “hospital geral” em Feira. Também falou o secretário de Saúde, anunciado, pelo locutor oficial, em ritmo de campanha: Rodriiiiiigo Matos!
Na sua vez, Zé Ronaldo contou histórias políticas, pessoais, de Feira e, especificamente sobre o Hospital Municipal ressaltou que era o cumprimento de uma promessa de campanha e a concretização de um sonho. Durante o discurso, também destacou avanços na área da Saúde, citando que Feira de Santana conta com grande rede de saúde mantidas pelo Município, além de serviços especializados para o tratamento do câncer e o acompanhamento de pacientes com diabetes.
O prefeito também surpreendeu a plateia, ao dizer que o futuro hospital já tem nome, revelando um pouco do perfil da pessoa, com destaque para a doação de área de terras onde estão construídas e em funcionamento, algumas unidades da área saúde. O prefeito referiu-se a Gislene Neves Gomes, mais conhecida como Gislene Pimentel.
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