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terça-feira, 10 de março de 2020 / Publicado em Cidade, Home

Camelôs de Feira querem um “reordenamento” sem expulsão do mercado informal

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Um grupo de camelôs de Feira de Santana que rejeita os termos do contrato de locação do shopping popular fechou mais uma vez o cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Senhor dos Passos, no centro da cidade, provocando uma mudança total no tráfego de veículos e na rotina do comércio durante a manhã desta terça-feira.

“Não queremos despejo”, diz um panfleto distribuído no local. Os camelôs mudaram o discurso, que antes era focado contra as taxas cobradas pelo  shopping popular e agora se concentra na permanência deles no local de trabalho.

Ou seja, os camelôs propõem ao governo municipal uma nova forma de “requalificação do centro” que os inclua e não os rejeite.

“Para reorganizar o centro da cidade não é necessário tirar os trabalhadores e pais de família das ruas. Existem camelôs que querem ir para os shopping mas existem os que não querem”.

A Prefeitura ainda não se pronunciou sobre a manifestação.

Nesta quarta-feira, amanhã, os camelôs fazem  uma assembleia na praça Bernardino Bahia, às 16 horas.

 

Leia também:

Contrato do shopping popular cita Ministério Público para induzir camelô ao erro

“Shopping popular acirra a privatização do espaço público em Feira”, diz Defensoria

 

 

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1 Comentário para " Camelôs de Feira querem um “reordenamento” sem expulsão do mercado informal”

  1. Mais de 50 mil pessoas dependem do comércio das ruas de Feira, diz pesquisador | Blog da Feira diz:
    16/03/2020 at 00:38

    […] Camelôs de Feira querem um “reordenamento” sem expulsão do mercado informal […]

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