Quase todo o entendimento feirense vai pela contramão das evidências. Cidade comercial, se autoproclamou rural e pecuarista, cheia de coronéis e escravagistas; cidade das águas e dos olhos d’água, abominou sua geografia e entupiu seus minadouros. E no maior paroxismo de todos, nega a sua própria feira, motivo e razão de sua existência.
Aqui se nega o óbvio, quanto mais um vírus invisível…
A essas alturas, ainda tem gente na Feira, presumidamente letrada, sustentando que o “vírus é chinês”, que máscara e isolamento são coisas da ‘ditadura’ do governador Rui Costa aliado com o prefeito Colbert, que a Rede Globo está por trás de tudo isso, que chá de boldo cura covid, e por aí vai…
Hoje, por exemplo, não é sábado na Feira…
Últimos posts por Jânio Rêgo (exibir todos)
- Uma construção que impactou Feira - 10/04/2026
- ‘O Acordo no Hotel Íbis’ - 09/04/2026
- Iderval e o romance inacabado e nunca publicado de Dival - 02/04/2026


