Foi no Bar de Seu Didi, ali perto da rádio Sociedade, nos Capuchinhos, que Maryzélia começou a se revelar a cantora que hoje encanta cariocas e paulistas depois de ter subjugado com simpatia e arte os nossos corações feirenses. Com ela, o grupo de chorinho fez uma temporada naquele bar da esquina da praça da Kalilândia. Foi ali que o conheci mais de perto mas foi mesmo no Forró do Parque Sabiá, de Renatão,que saquei a dimensão musical e humana de Seu Didi. Manso, cordato, aliou-se a Baio do Acordeon na liderança da harmonia do som nordestino que todos os domingos se espraia pelo largo, atraindo sanfoneiros, pandeirista, trianguistas, cantores, músicos de todos os naipes identificados com a alegria. O violão de Didi é um elegante contraponto em meio ao ritmo frenético do forró.
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