O fato aconteceu no sábado(2), quando estava sendo comemorado um aniversário familiar na sede da Associação Comunitária da Matinha (ACOMA), quando policiais militares, portando armas e “furiosos” mandaram desligar o som do karaokê que animava a festividade. Até diretoria da Associação estava presente mas nada foi levado em consideração.
“Não havia som alto; era apenas um karaokê familiar, em um ambiente de total normalidade e sem incomodar ninguém.A atitude foi de extrema arrogância“, diz a nota pública distribuída pelos moradores daquele distrito rural de Feira.
As abordagens abusivas no distrito são do conhecimento de todos, mas essa extrapolou os limites do bom-senso, reclamaram.
“Fica a pergunta: até quando o nosso Território Quilombola será alvo desse tipo de ação? Exigimos respeito. Basta de racismo estrutural!”



