Jacu é um dos povoados de Feira mais próximos do Pojuca.Na verdade ele é localizado no vale desse Rio que divide o município de Feira com Coração de Maria, na Matinha. Nos seus arredores ainda há focos de mata ribeirinha, formando verdadeiras trilhas que atraem esportistas da cidade que chegam em grupos de bicicletas, motos, triciclos, à pé, nos finais de semana e feriados.
Neste trecho do rio Pojuca está a ponte ferroviária antiga, escondida em uma propriedade privada. Pouco conhecida. Muita gente, quando se fala na ponte, imagina o pontilhão da passagem que dá acesso ao povoado da Linha, mas não é ela. Ela está mais adiante, encoberta pela mata ciliar do rio histórico. Durante a construção, interrompida na década de 1960, muita gente de Jacu trabalhou na obra.
Em 1922 a peste bubônica assolou a comunidade do Jacu. Conta a memória oral do lugar, registrada pela pesquisadora Railma Santos , que o cruzeiro que hoje existe defronte à igreja da Matinha foi fruto de uma promessa a São Roque para que a peste não alcançasse o povoado. São histórias daquela região.

A pracinha tem apenas três décadas, e vai ser reinaugurada hoje à noite pelo prefeito de Feira, Zé Ronaldo e secretários. Chama-se Santa Izabel da Hungria, mesma santa patrona da igreja local. A influência da religião católica na região é predominante.

Fotos: Fulô do bar e o radialista Sátiro Madeirada, certamente estarão presentes. Ambos são comerciantes locais, com estabelecimentos defronte à praça.




