Dos 133 quilômetros de extensão de Feira ao litoral através da integração Jacuipe-Paraguassu, 45 quilômetros são totalmente navegáveis. Essa característica geográfica, entende a Prefeitura, será o motor para o turismo e para a integração das comunidades vizinhas. Esse eixo hidroviário vai conectar a Feira diversas outras cidades que margeiam os rios.
A estimativa é de que o projeto movimente o mercado de trabalho local, gerando aproximadamente 1.300 empregos diretos e indiretos durante as obras, além de outras 1.300 vagas na fase de funcionamento. Para esta etapa inicial de estudos e modelagem da viabilidade, o Governo Municipal, segundo o secretário de Planejamento, Crlos Brito, está investindo R$ 2,9 milhões.
O representante da FGV, Filipe Bittencourt, manifestou o entusiasmo da instituição em participar de mais um grande projeto na cidade. Ele relembrou a experiência técnica da fundação e o histórico de parcerias bem-sucedidas com o município, citando como exemplo o plano conjunto com a Caixa Econômica Federal que está viabilizando a implantação de 25 creches de grande porte em Feira de Santana.

