O Plano Diretor de Feira, de 2018, contribui para esvaziamento do centro da cidade pois dificulta a verticalização em lotes urbanos que poderiam ser moradias populares. É preciso repovoar o centro, é preciso atualizar o Plano Diretor. Essa é uma linha de pensamento comum entre alguns engenheiros e arquitetos que trabalham em Feira.
Mas o debate ainda é muito restrito e que dava amplidão a temas como esse era a Associação dos Arquitetos de Feira, ultimamente sem atuar nesse vertente de formação de opinião urbanística.
Defensores de uma modificação nos parâmetros do Plano Diretor em bairros de dentro do Anel do Contorno afirmam que ha estudo na UEFS mostrando que fora do Anel já reside mais de 70% da população feirense.
Bairros centrais, dotados de infraestrutura pronta como Kalilândia, Ponto Central, Brasília, Serraria Brasil, Santa Monica dentre outros, estão enquadrados dentro dessa lógica inflexível do Plano. Aliás, o PD foi reformulado há quase uma década, com reclamações sobre alinhamento de técnicos experientes na cidade.


