Em fevereiro desse ano, numa tarde em Cabuçu, praia que pertence a Baía de Todos os Santos, baía que foi denominada Kirimurê pelos índios tupinambás, após usufruir de uma sombra deliciosa ofertada por grandes árvores depois de uma longa caminhada ao sol, acompanhado de uma amiga acreana (sim, o Acre existe, é lindo, delicado e