Quando iniciei a carreira jornalística em Feira de Santana existiam alguns ícones da área de comunicação. Lucílio Bastos era um deles. Mas por uma dessas ironias da vida, não o conheci, de fato, nesta cidade. Foi em terras grapiúnas, mais precisamente em Itabuna, no início da década de 90, que se deu nossa aproximação. Lá,