É interessante, mas este professor não acerta uma em matemática.

Eles dizem, em certo limite matemático (1): qual é o limite quando X tende a zero. Está escrito, não é? Ora, se é tendendo, tem dois limites, tendendo à direita e tendendo à esquerda, mas não, eles dizem que é um, “e”, que é um número só, e não dois e ainda me disseram que o tal “e” ocorre para X igual à zero, não é tendendo.

Y = lim(1+x)(1/x)  (1)

x → 0

Gráfico da equação Y = (1+x)(1/x), nas cercanias de X igual a zero

Ora, se é o limite para X igual a zero a expressão se reduz a:

Y = lim(1+x)(1/x) = (1+0)(1/0) = 1 = indeterminado???? (2)

Eu pergunto: se são eles é dizem que 1 é indeterminado, está no folhetim em que eles me chamam de “Nostradamus sos do rancho fundo”, maluco, como é que o limite (1) pode ser “e”? Será que sou “eu” o maluco? Eu? Sei não! Vejam outra.

Ai, eles, os matemáticos, dizem, que o volume de uma esfera é:

Vol = 4/3 *π*r³ (3)

O r é o raio da esfera. O π eles determinam com “séries”, embora digam que é medindo o perímetro da esfera, que dividido pelo diâmetro, dá π, há vários, uma pá, tudo levando à vários π diferentes, mas é 3,14159265358979…, e eu como engenheiro desconfiando de tanta precisão, medi e descobri que o π físico é só 3,1. O resto são imprecisões ou “devaneios” matemáticos. Oxente! Será que este π não é um outro π?

E tome risada sobre mim! O maluquinho da UEFS! Porreta! Eu espero esse povo provar que todos os π do círculo e da esfera são exatamente iguais a um só e igual a 3,14159265358979…, tem gente calculando com um bilhão de casas decimais.

Aliás, tem um professor na internet que mostra o cálculo do π, que dá 3,1 e mostra, ao fundo, outro π, 3,14159265358979…, e chama o cálculo de “aproximado”.

Pois é, e eu é que sou o “Nostradamus sos do rancho fundo”? Pode?

Feira de Santana, 07/11/2019.

Carlos Pereira de Novaes. Ex-professor da UEFS.

carlospdenovaes@gmail.com