E lá se foi MTF sem exéquias, sem funeral formal como ele certamente gostaria. Sem féretro acompanhado por autoridades constituídas, as bancadas políticas e partidárias da Câmara de Vereadores, representantes da imprensa, talvez alguns discursos de corpo presente.
A covid19 censurou a Manoel Teles Ferreira essa cena pública provável. Logo a ele que prestigiava com insuspeita solenidade todas as sessões e ritos da Câmara, da Prefeitura, da Municipalidade…“De tão assíduo na Câmara tornou-se invisível, de tão diferente virou folclórico”.
Agora é parte eterna da história da Feira de Santana, Feira de MTF.
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