E lá se foi MTF sem exéquias, sem funeral formal como ele certamente gostaria. Sem féretro acompanhado por autoridades constituídas, as bancadas políticas e partidárias da Câmara de Vereadores, representantes da imprensa, talvez alguns discursos de corpo presente.
A covid19 censurou a Manoel Teles Ferreira essa cena pública provável. Logo a ele que prestigiava com insuspeita solenidade todas as sessões e ritos da Câmara, da Prefeitura, da Municipalidade…“De tão assíduo na Câmara tornou-se invisível, de tão diferente virou folclórico”.
Agora é parte eterna da história da Feira de Santana, Feira de MTF.
Últimos posts por Jânio Rêgo (exibir todos)
- Chapéu-de-Couro e Jaleco - 02/10/2026
- Cultura varejista da Feira formatou marketing eleitoral de Zé Falcão há 30 anos - 02/10/2026
- Reforma do “Casarão do Sesc” empaca agora na lentidão do IPAC - 02/10/2026

