Só sei que foi assim: eu ia plagiar algum fotógrafo, fazendo a foto da entrada da casa. Simples e bonita. O portão, emoldurado por tijolinhos aparentes, o número em azulejo na parede ao lado. Fica na calçada estreita daquela rua movimentada por carros que vencem um cruzamento de sete bocas, logo adiante.Quando ajeitei o celular e ia me posicionando, vejo o portão abrir e quem? quem? Rimos, da coincidência.Veio olhar a rua, os cachorros latiram, avisando gente lá fora. Entre. Eu estava emocionado, agradeci. Qualquer dia virei.
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