O urucum brota na calçada de ladrilhos quebrados, na Kalilândia. Um sinal dos Payayás?
A casa defronte vazia, sem vizinhos. Quem terá plantado o arbusto? Não foi a Prefeitura, ligeira em arrancar.
Alguém com sensibilidade acima da média do povo feirense, esse adorador do desmatamento urbano.
Terá sido uma mulher?
Certamente encantada com o vermelho que embelezava as indígenas dos olhos d’água.
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