Zé de Alice nas cordas, multidão de pandeiros e sambadeiras. Luizinho ainda não puxou a 8 Baixos e nem Márcia Marcinha rebolou o balacobaco (veja no vídeo, ela é a de vermelho) É o samba quente da Praça do Tropeiro, toda segunda-feira na Feira de Santana. É como se aquela feira-livre que Jean-Paul Sartre visitou com Jorge Amado, nunca saiu da frente do Paço Municipal e não morre a cada dia, sufocado por avenidas e shoppings, o velho Centro de Abastecimento, seu sucessor. O samba também tem o dom de iludir.
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