Um rasta de repente aparece, pinta um pouco, sai, desaparece, não tem hora pra chegar ou pra sair. Mas o painel de tecido está aí. Foi mais ou menos o que me disse o guarda Jorge quando me ouviu perguntando quem estava fazendo aquela obra de arte tão bonita e sugestiva. E foi somente o que ele disse e nada mais me foi dito e sobre mais nada eu sei e nem perguntei.

Últimos posts por Jânio Rêgo (exibir todos)
- Carteado na 25 de Março e o dobrado esquecido - 31/05/2026
- Vermelho no Arquivo Público quebra a monotonia dos prédios históricos da Feira - 27/05/2026
- Zé Ronaldo e o Bangalay - 22/05/2026




