Mas é claro que tenho saudades da Barraca de Dó, do cheiro de comida, pelas calçadas, daquele niilismo da nossa rica Marechal, a Maré, como a chamava aquele poeta louco Márcio Punk nas suas bravatas pelo Beco da Energia. Mas os intertravados enlargueceram suas calçadas, as deixaram mais propícias à sua essência de vender, comprar, ser comércio, centro antigo histórico e popular. Consumidores da enorme região captadas pela efervescência da feira. E ainda tem gente que tem ódio à Marechal. Tenha dó, Dó.

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