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Jânio Rêgo
domingo, 31 de maio de 2026 / Publicado em Colunistas, Cultura, Destaques, Home

Carteado na 25 de Março e o dobrado esquecido

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A Filarmônica 25 de Março tornou-se apenas um clube de carteado de elite com eminentes figuras do comércio e da vida política da Feira de Santana depois que os instrumentos silenciaram e os músicos foram dispersos. Ficaram os verdadeiros donos, a nata da cidade comercial.

Não era cassino, alto lá, era um clube seleto, de figuras como João Marinho Falcão, o grande negociante, prefeito, patriarca, o deputado Aureo Filho, educador, fundador do Santanópolis e o seu filho, Evandro Oliveira, um dos poucos, talvez o único, do ‘carteado da 25’ que ainda está vivo e lúcido (nessa foto, no shopping Boulevard, ele conversa com Pipiu Bahia). Foi uma oportunidade singular para Evandro. O único jovem entre senhores já estabelecidos, os “donos da cidade”.

Essa “banca” também se acabou e em 2005 a Filarmônica 25 fechou de vez. Há anos já não tinha carteado e começava a ser abrigo noturno.
Em 2014, a Fundação Senhor dos Passos iniciou a recuperação do ente jurídico e reativou o ente musical.  Mas o patrimônio continua se deteriorando, sem utilidade.

E impressiona, esse fato. A Fundação refez a banda, criou escolinha, recuperou partituras mas não conseguiu recuperar sequer uma janela da sede da Sociedade. O prédio é um dobrado esquecido que ninguém toca nem sabe a harmonia. Não entra no repertório dos maestros.

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