BAR DE GERALDO – Zimar Colombo, é filho de Zé Colombo e Helena, neto de Seu Totô ou Cristóvão Colombo. Não saberia isso, sequer faria uma foto dessa, enquadrando inclusive o antigo Bar de Chico Duda, se não estivesse no “Bar de Geraldo”.
Meu avô, que sabia mais da história de Mundo Novo do que do “descobrimento das Américas” dizia o nome naturalmente enquanto eu ouvia, com pejo, o nome do navegador e até preferia que a cidade do Mundo Novo fosse mesmo Doutor Severiano. Seu Totô, figura influente, empreendedor, um pioneiro do arruado rural de terras férteis e águas rasas.
Parentescos e amizades se descobrem em bares também. No “Bar Don Juan”, um dos livros maiores da literatura brasileira, Callado dá um curso sobre o Brasil. Griecco talvez dissesse “a biblioteca também está nos bares”.
Descobri, então, com essa chave genealógica, que eu e Zimar somos primos próximos. Geraldo despachava naquele ponto onde hoje está o laboratório de Lobinho, quando o conheci. Aqui ainda estamos na mesma praça, mas ao invés da Igreja à nossa frente, está o histórico, o antigo Bar de Chico Duda. Somos primos, eu e Zimar, porque Helena, mãe dele, era filha de Macrina, irmã de meu avô Chico Petronilo, todos da Catingueira.
Estando em Mundo Novo de Doutor Severiano, já sabe, é no Bar de Geraldo, Geraldo Sanfoneiro.
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